sexta-feira, 30 de junho de 2023

Um Grande Sinal no Céu e Uma Visão Escatológica


Saudações em Yeshua, shalom aleikhem!

Conheço um homem que na manhã do dia 05/06/1972, numa segunda-feira sonhou que via no céu “Um Grande Sinal da Volta do Adon Yeshua”.

O sonho foi assim:

Ele estava olhando para o céu, que estava azul como num dia muito lindo. De repente, apareceram nuvens coloridas, que formavam uma estrela, bico após bico, no sentido horário, isto é, como se cada bico fosse uma determinada hora. E no meio da estrela se podia ver uma caravela, tal qual aquelas que foram usadas pelos navegadores, no descobrimento dos continentes americanos, o chamado “Novo Mundo”. 

Ele observava tudo isso, ao mesmo tempo em que chamava pelos seus parentes, para que eles vissem também “um grande sinal da volta de Yeshua”. E quando a estrela já estava com cinco bicos completos, pode notar que ainda faltava um ou dois bicos para que a estrela se completasse. 

Então acordou maravilhado com aquela visão, e pensando nisso, perguntava para ele mesmo, o motivo pelo qual a estrela não se completara. E ao mesmo tempo ele fazia relação da estrela do seu sonho com um dos símbolos de Israel – uma estrela de seis bicos na sua bandeira. Pensando ainda no sonho dirigiu-se ao local de seu trabalho. E ao passar por uma banca de jornal, uma notícia lhe chamou a atenção:


“GUERRA DOS SEIS DIAS ENTRA NO SEXTO ANO”.

Tratava-se de uma palavra do ditador da Líbia (Muhammar El-Kadhafi) que dizia: “Não sei quem impede, mas sei que o inimigo (Israel) tem que sair nem que seja a pedradas”. Isso era porque Israel na Guerra dos Seis Dias se apossou de vários territórios, inclusive de Jerusalém. 

O que o ditador não sabia era que o D'us de Abraão, de Isaac e de Jacó foi quem lutou por Israel e que foi Ele mesmo que impediu que os inimigos de Israel expulsassem os israelitas dos territórios ocupados. 

A Guerra dos Seis Dias, ou Terceira Guerra árabe-israelense, foi travada entre os dias 5 e 10 de junho de 1967, tendo de um lado do conflito as forças armadas do Estado de Israel e, do outro, as do Egito, Síria, Jordânia e Iraque, que, por sua vez, receberam o apoio de Kuwait, Líbia, Arábia Saudita, Argélia e Sudão.
Quando ele leu aquela notícia, alguma coisa dentro dele dizia que tudo aquilo tinha relação com o sonho e com a visão maravilhosa daquela estrela.

Naquele dia, 05/06/1972 completava exatamente cinco anos (os cinco bicos da estrela) que Israel iniciara a luta da vitória sobre as nações inimigas, na Guerra dos Seis Dias, em Junho de 1967. Aqueles cinco anos, bem como os seis dias da guerra, estavam literalmente ligados aos bicos da estrela do sonho. Mas foram necessários mais de vinte e cinco anos para que ele pudesse entender completamente aquela maravilhosa visão que tivera.

Segundo ele, certa vez estava em uma reunião de oração. Quando uma pessoa presente, disse ter visto uma caravela e uma luz que a guiava. Isso aconteceu quando ele cantava um hino em hebraico. E logo após, uma pessoa usada pelo Ruach HaShem, em profecia, lhe dirigia a palavra dizendo que ainda lhe revelaria todo o significado da visão. 

Data e hora local em Israel


E isso somente veio acontecer na década de noventa, quando D'us lhe falou que os seis dias em que o povo de Israel cercou a cidade de Jericó, também estavam relacionados com os bicos da estrela, com a guerra dos seis dias e com os sete anos da última semana de anos da profecia de Daniel, referente as setenta semanas de anos. (Josué 6:1-5; Daniel 9:24-27; Apocalipse 8:1-2).

· Na tomada de Jericó os sete sacerdotes tocaram os chifres (shopharot) de carneiros no sétimo dia e deram sete voltas em torno da cidade, o povo gritou e as muralhas ruíram. (Josué 6:15,16).

· Na guerra dos seis dias, Israel obteve a vitória após seis dias de batalhas e no sétimo dia descansou.

· E no livro de Apocalipse, Yochanan, João, viu o Cordeiro (Yeshua) abrir os sete selos do livro que estava na mão daquele que está assentado sobre o trono (D'us).

Entendemos que cada selo aberto do livro, diz respeito ao início de cada ano, dos sete que faltam para se cumprir, ou seja, a septuagésima semana de anos descrita em Daniel 9:27. E que exatamente após a abertura do sexto selo (Apocalipse 6:12-17) se cumprirá a grande profecia de Joel 2:30,31; sobre a lua se tornar cor de sangue e o sol ficar em trevas (negro), antes que venha o grande dia do Senhor, o último ano da septuagésima semana. Como também o completo derramamento do Ruach HaShem, Espírito de D'us sobre toda a carne. (gentios e judeus) Joel 2:28-30,32 e Apocalipse 7:4,9-17. E Logo após a abertura do sétimo selo, os sete anjos preparam-se para tocar suas trombetas. (Apocalipse 8:1-6).

Acessem esse vídeo e ouçam o toque do shophar:



Exatamente no último ano ou O Dia do Senhor, a semelhança dos sete sacerdotes que tocaram os shopharot no último dia do cerco de Jericó, os sete anjos tocarão as suas trombetas, consumando assim, com os juízos de D'us sobre a Terra expulsando Satanás e todos os seus demônios de toda a criação prendendo-os no abismo. E entregando todos os reinos quer nos céus, quer na Terra ao Messias Yeshua. (Apocalipse 11:15; 20:1-6; Filipenses 2:9-11).

Já identificamos o significado dos bicos da estrela, os quais falam de dias, anos ou tempos relacionados com o fim dos dias. São sinais dos tempos. Jerusalém não está sendo governada por gentios. (Lucas 21:24). Resta-nos identificarmos o significado da caravela.

As caravelas marcaram épocas nos descobrimentos das Américas ou do “Novo Mundo”, como assim passaram a ser chamados os continentes americanos. Se por ventura alguém fizesse a seguinte pergunta:

- Que relação tem as caravelas dos descobrimentos com a caravela do sonho?

Então a resposta para essa pergunta seria a seguinte:

"Nós estamos às vésperas de um novo descobrimento, ou seja, muito em breve Yeshua (Jesus) voltará para inaugurar “UM NOVO MUNDO” para toda a humanidade. Trata-se do Reino de D'us que prevalecerá contra os reinos humanos e também contra o reino das trevas, de Satanás." (Daniel 7:13-14, 18, 27; Apocalipse 19:11-21; 20:1-15).

O patriarca Noé e sua família foram salvos do dilúvio, através da arca, que também, a estrela do sonho faz alusão. E agora em nossos dias, Yeshua é a LUZ que conduz a caravela, o único meio de transporte para conduzir o homem à salvação, em outras palavras, a caravela é a grande companhia de redimidos que crêem no nome de YESHUA (Jesus) para sua salvação. (João 3:16). 

Sim, a Kehilá, Congregação do Senhor será salva de todos os juízos de D'us sobre este mundo, descritos no livro de Apocalipse e demais livros da Bíblia (Apocalipse 3:10). Os redimidos estarão livres de todo mal em suas moradas eternas, na nova Jerusalém. (Apocalipse 21:2,3,10,11).

Foram as caravelas que serviram de meio de transporte para os primeiros imigrantes do novo mundo, às Américas. Convém deixar registrado a letra de uma pequena canção:

“O Barquinho”

Nossa vida aqui,
É qual barquinho
Navegando em alto mar.
As aflições e problemas,
Como ondas a assustar,
Mas se Yeshua, o timoneiro,
Está a nos guiar,
Nenhuma tempestade
Nos faz naufragar.
No porto seguro
Mui breve chegarei.
Já livre de perigos,
No céu estarei.

Autor: PCSV.

Yeshua, o Messias após ter conduzido os seus redimidos para as moradas celestiais, voltará outra vez, mas desta vez visivelmente após os sete anos da última semana de Daniel 9:27. E Ele mesmo com todos os seus redimidos conduzirão o restante da raça humana para um novo mundo no seu reino sobre todas as nações, tendo Jerusalém terrestre por capital do planeta. Pois Ele assumirá o trono de seu pai, o rei David. (Mateus 1:1; 20:30; Marcos 10:47; Hebreus 1:1-9).

Para os que nele crêem no tempo presente até ao arrebatamento da Kehilá (I Tessalonicenses 4:16, 17), para os mártires da tribulação (os sete anos finais) e também para os cento e quarenta e quatro mil israelitas selados, descritos no livro de Apocalipse, no capítulo sete, o novo mundo será a cidade celestial. E para todos os habitantes da Terra, que sobreviverem aos juízos de D'us descritos no Apocalipse, o novo mundo será o seu Reino de Paz e Justiça sobre toda a Terra. (Apocalipse 11:15).

Jerusalém como sinal dos tempos:

Disse Yeshua: “... e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem. (Lucas 21:24).

Em 1967, na guerra dos seis dias, Israel descansou no sétimo dia, como já falamos. E por fim conquistou o direito de possuir Jerusalém a qual deixou de ser “pisada” (dominada) pelos gentios. Parcial e temporariamente cumpriu-se uma profecia de Yeshua, conforme citação acima, com relação aos tempos dos gentios pisarem (dominarem) Jerusalém. Esse acontecimento é na realidade um grande sinal tanto para os redimidos dentre judeus e gentios, como também para Israel, sobre os tempos do fim. 

Agora Jerusalém está sendo pisada (dominada) parcial e temporariamente pelos judeus, todavia, D'us permitirá que os gentios, pela última vez pisem (dominem) Jerusalém. Isso se dará quando os exércitos do antimashiach (besta) invadirem Israel e a cidade amada (Apocalipse 11:2).




E somente quando o Messias Yeshua voltar em glória com os seus redimidos que foram arrebatados da Terra, para assumir seu reino no trono de David é que os tempos dos gentios se completarão. (Apocalipse 19:11-21). 

E a profecia de Yeshua em Lucas 21:24, se cumprirá completa e definitivamente, pois, não somente Jerusalém deixará de ser pisada (dominada) pelos gentios para sempre. Como também a plenitude dos gentios será alcançada, no que se refere a sua salvação pela fé em Yeshua ha Mashiach, o Messias Salvador de Israel. (Romanos 11:25-27).

Nós estamos passando por um período transitório até que a Kehilá (os redimidos dentre judeus e gentios) seja arrebatada. E assim D'us volte a tratar com a nação israelita outra vez para restaurá-la completamente, conforme o profeta Ezequiel falou:

“Então profetizei como se me deu ordem... e ele me disse: Profetiza ao Ruach (Espírito), profetiza, ó filho do homem, e dize ao Espírito: Assim diz Adonai: Vem dos quatro ventos, ó Espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam. 

E profetizei como Ele me deu ordem; então o Espírito entrou neles e viveram e se pôs em pé, um exército grande em extremo... e porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos porei na vossa terra e sabereis que Eu, o Senhor, disse isto, e o fiz, diz o Senhor.” (Ezequiel 37:7,9,10 e 14).

Quando D'us ordenou a Ezequiel que profetizasse “Vem dos quatro ventos, ó Espírito...”, era porque Ele sabia muito bem, pela sua presciência que o Seu Ruach HaCódesh seria derramado sobre os discípulos de Yeshua em Jerusalém, no início do primeiro século da era comum. (Atos 2:1-4). 

E que seria enviado para os quatro ventos. Para que quando os tempos dos gentios terminassem, o Ruach HaCódesh (Espírito Santo) ou o Ruach HaShem (Espírito de D'us) retornasse dos quatro ventos para Israel outra vez e selasse os cento quarenta e quatro mil israelitas remanescentes, que receberão ao Messias Yeshua pela fé, nos tempos finais, na septuagésima semana de anos. Apocalipse 7:4-8; 14:1-5 comparados com Joel 2:28-32 e Apocalipse 6:12,13.

Portanto, muito em breve Yeshua arrebatará os seus redimidos da Terra, e aí então, os sete anos finais se cumprirão, culminando com a sua volta visível e gloriosa para julgar as nações e reinar sobre elas.

Esse foi o sonho e essa é a sua interpretação. Verdadeiramente foi uma revelação divina e também “um grande sinal da volta de Yeshua”.

Eis aí então mais um sinal dado por D'us ao seu povo sobre a volta de Yeshua, para arrebatar os seus redimidos e também da sua volta pessoal e gloriosa, juntamente com todos os redimidos, para reinarem sobre todas as nações, para glória do Eterno.

B’H! Ve barukh Yeshua ha Mashiach Melech ha yehudim!

Ora vem Adon Yeshua. Amén!

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Vejam também esse texto muito interessante do livro II Baruque:

“O apócrifo Livro de Baruque tem uma segunda parte onde ele, criado de Jeremias, vê quatro anjos se levantando da cidade e em seguida um outro anjo que desce do céu dizendo que D’us o enviou para avisar que a Arca e os tesouros santos ficariam escondidos sob a terra até o último tempo do domínio dos gentios (estrangeiros) sobre Jerusalém, de forma que os inimigos de Israel nunca os achariam, sendo recuperados ao término desse tempo quando Jerusalém fosse restabelecida totalmente das mãos dos gentios (II Baruque 6.4-10)."

Apesar desse livro ser considerado apócrifo, contudo esse texto faz muito sentido e está em plena harmonia com o artigo desse tópico.

Vejam o artigo original em inglês sobre a Aron Brit, Arca da Aliança.


Vejam essa imagem da Magen David formada pelos raios da luz solar no final do eclipse do dia 24/09/2009.

Seria isso um mero acaso ou um sinal dos tempos?



Sobre o uso da Magen David como símbolo.

Apresento aqui alguns motivos provando que não há pecado nenhum em usar a Magen David como símbolo, desde que não a idolatremos ou a usemos como amuleto:

Porque assim como a estrela da manhã (Apocalipse 22:16) anuncia um novo dia, assim também a Magen David anuncia a Era Messiânica, a Rainha Shabat ou a noiva, a qual é composta de redimidos dentre judeus e gentios, os quais viajam a bordo da grande caravela da salvação em Yeshua, para reinar com Ele sobre todas as nações no Reino do Mashiach, o Ungido pelo Eterno.

Os seis bicos da Magen David apontam para o sétimo bico, o qual simboliza o DIA SÉTIMO e o ANO SABÁTICO ou a Era Messiânica ou ainda o Shabat Gadol, o Grande Shabat prenunciado por todos os Shabatot observados através dos séculos por Israel, o povo do Eterno.

Portanto, usar a Magen David como símbolo é uma coisa e usá-la como amuleto é outra. Nós não temos a Magen David como um pé de coelho. A bandeira brasileira é o símbolo do Brasil e nós não a usamos como pé de coelho. Assim também fazemos com outros símbolos; as alianças como símbolo de um compromisso entre um casal de noivos por exemplo. Não existe mal algum em usarmos símbolos, mas se usarmos com dúvida, então será melhor não usarmos.

Não devemos usar símbolos que representem coisas ruins, tais como: Figuras que representam Satanás ou coisas relacionadas com o seu reino de trevas, mas não a Magen David, cuja origem se encontra na história judaica e cujo significado do nome é escudo de David.

Certa vez li uma postagem de uma lenda que dizia que a teia de aranha que salvou a vida do rei David, quando ele estava numa caverna, pois quando ele entrou na caverna D'us enviou uma aranha para fazer uma teia, cujos fios desenhavam uma estrela de seis pontas, a qual fechou a entrada da caverna, e quando um soldado do rei Shaul tentou entrar na caverna para achar David, foi impedido pelo próprio rei Shaul, que disse ao soldado que se David tivesse entrado na caverna, a teia não estaria mais alí. Daí o nome Magen David., isto é, Escudo de David.

Não devemos idolatrar a Magen David ou qualquer outro símbolo judaico.

Nas instruções do Eterno para a construção do Mishkan, Tabernáculo, podemos notar que Ele ordenou que Moshe, Moisés fizesse figura (imagem) de frutas na Menorah e dos dois querubins do Santíssimo Lugar. Uma coisa é servir-nos de figuras e símbolos com fins educativos, como os livros infantis por exemplo, e outra coisa é adorar essas figuras (imagens). Nossos filhos estudam, por certo eles têm livros repletos de figuras. Se pegarmos ao pé da letra o texto de Êxodo 20, então nós estaríamos pecando contra o Eterno, por comprar tais livros para nossos filhos.

É evidente que faria mais sentido se a Magen David tivesse sete bicos, pois assim estaria em consonância com a menorah, a qual tem sete hastes e a central simboliza Yeshua. Mas o que ocorre agora é exatamente porque a Magen fala de Israel sem o Mashiach, pois somente quando a casa de Israel se completar em Yeshua é que estará apta para o cumprimento de uma outra profecia, a qual diz:

כִּי מִצִּיּוֹן תֵּצֵא תוֹרָה, וּדְבַר-יְהוָה מִירוּשָׁלִָם.

"Kiy Mitzion tetze Torah udvar haShem miYerushalaim. Pois de Sião sairá a Lei e a Palavra do Eterno de Jerusalém." (Miqueias 4:2).

Certa vez eu meditava sobre o fato da Magen David ter apenas seis bicos, até que vendo um filme americano, pude constatar no peito do xerife de uma cidade americana, uma estrela com exatamente SETE BICOS, então o Eterno me fez saber o mistério sobre a Magen David, a qual é um ato profético do Eterno, querendo Ele dizer ao seu povo e para todas as nações, que para o ser humano ser completo nele, só é possível quando passa pelo processo de redenção, através do Cordeiro de D'us que tira o pecado do mundo, a saber Yeshua ha Mashiach. Ora, uma semana só se completa no SÉTIMO DIA, como na criação do mundo.

Por isso a Magen David tem apenas seis bicos, para que não apenas Israel, mas todas as nações saibam que só serão completos diante do Eterno aqueles que reconhecerem Yeshua como o Mashiach profetizado no Tanach e crerem nele para salvação de suas almas (vidas).

Mas nem por isso devemos julgar a Israel por usar a Magen David, pois ela fala de um processo ou de um tempo pelo qual não apenas os judeus, mas também os gentios passam, até que sejam completos no Mashiach. E isso só se dará na sua totalidade no reino de Yeshua ou na era messiânica. 

Mas para nós que já temos Yeshua essa era ou descanso eterno de nossas almas já é um fato. Uma semana só é completa quando tem sete dias, e o SÉTIMO DIA é o Shabat (descanso), assim também o ser humano só será completo nesse processo de redenção quando alcançar o descanso em Yeshua.

Ainda sobre a Magen David desejo dizer que ela é um sinal ou símbolo do próprio Mashiach Yeshua, o qual teve seu aparecimento (nascimento) profetizado pelo profeta Balaão dizendo: "Uma estrela procederá de Jacó..." (Números 24:17). 

Os magos que vieram do oriente para adorar o Mashiach que nasceu em Belém disseram que viram a sua ESTRELA no oriente... (Mateus 2:1,2,9,10). O próprio Yeshua disse, numa linguagem simbólica ser Ele mesmo a ESTRELA DA MANHÃ. (Apocalipse 22:16). E uma promessa Yeshua fez para os que vencerem: "...dar-lhe-ei a ESTRELA DA MANHÃ." (Apocalipse 2:28).

A Magen David, dentre outras coisas que ela representa, fala também do período em que Israel será restaurado espiritualmente, ou seja, após o Cordeiro Yeshua ter aberto o sexto selo (simbolizado pelos seis bicos da Magen David) do livro selado com sete selos, os quais como também já disse simbolizam os sete anos da última semana de anos da profecia de Daniel 9:27.

Então o Eterno fará cumprir-se uma outra profecia, a qual até agora só se cumpriu parcialmente, trata-se da profecia de Joel 2:28-32, referente o derramamento do Ruach HaCódesh sobre toda a carne, isto é, sobre judeus e gentios, pois até agora tem se cumprido mais no meio dos gentios, mas conforme consta de Apocalipse 6:12-17 e 7:1-8, se cumprirá também na vida dos judeus que reconhecerão a Yeshua como o Mashiach no tempo da angustia de Jacó, na grande tribulação predita por Daniel 9:27 e 12:11 e por Yeshua em Mateus 24:15-22. E logo após tudo isso, o sétimo selo é aberto, o qual simboliza a MAGEN DAVID já completa com seus sete bicos.

O rei David nos diz em Tehilim, Salmos:

ואתה יהוה מגן בעדי כבודי ומרים ראשי׃

"Veatá Adonay magen baadiy kevodiy umeriym roshiy".

"E tu ó Senhor escudo és para mim, minha glória e o que levanta minha cabeça."
Tehilim 3:4, Salmos 3:3.

O escudo de David sempre foi o Eterno, mas a Megen David simboliza verdades proféticas do próprio Eterno com relação a sua obra de redenção em Yeshua ha Mashiach não apenas de Israel, mas como também de todas as nações e de toda a criação.

Se podemos usar a Menorah para simbolizar a luz do Eterno no Mashiach e em nós, então também poderemos usar a árvore da vide, a videira, para simbolizar Yeshua e seus redimidos (Jo. 15:1-6); logo, também podemos usar uma estrela, a Magen David, para simbolizar Yeshua como nosso escudo, como Ele também foi para David.

Veja Tehilim 110:1,4, onde David identifica o Mashiach como sendo seu Senhor e como o Kohen Leolam, o Sacerdote Eterno, e no Tehilim 3:4, Salmo 3:3, ele diz que o Eterno é seu escudo.

Ora, sabemos que o Eterno sempre foi e sempre será o nosso escudo em Yeshua, porque se Yeshua não fosse oferecido como o cordeiro de D'us que tira o pecado do mundo, jamais poderíamos ter o Eterno como nosso escudo. Porque está escrito que sem derramamento de sangue não pode haver expiação de pecados. (Lv. 17:11, Mt. 26:28).

Portanto, a Magen David representa a redenção estabelecida pelo Eterno em Yeshua. O Eterno é nosso escudo em Yeshua, porque Ele deu seu Único Filho para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna nele, em Yeshua, na estrela da manhã (Ap. 22:16) ou ainda na redenção em Yeshua, simbolizada pela Magen David, o escudo de David dado pelo Eterno.

Símbolos e figuras do Eterno e do Mashiach:

- O Eterno é um SOL e ESCUDO - Sl. 84:11.
- O Eterno é uma ROCHA - Sl. 92:15, 144:1, etc.
- Yeshua é o CORDEIRO - Is. 53:7; Jo. 1:29; At. 8:32 e Ap. 5:6.
- Yeshua é a ESTRELA DA MANHÃ (Magen David) - Nm. 24:17 e Mt. 2:2,9,10 e Ap. 22:16.
- Yeshua é o PÃO DA VIDA - Jo.6:35,48.
- Yeshua é a PORTA - Jo. 10:7,9.
- Yeshua é a RAÍZ E A ÁRVORE (videira)- Jo. 15:1-6 e Ap. 22:16.
- Yeshua é o LEÃO da tribo de judá - Ap. 5:5.
- Yeshua é a PEDRA REJEITADA e de ESQUINA - Sl. 118:22; 144:12; Is. 28:16; Dn. 2:34,35; Mt. 21:42 e I Pe. 2:7.

Mediante tudo isso, por que usar apenas a Menorah como símbolo e não todas essas coisas acima mencionadas?

Desejo informar que as estrelas, tanto servem para simbolizar o Eterno, nosso D'us, como a Yeshua e também a todos os que são justificados diante do Eterno por Yeshua, o nosso Redentor. Deixemos que as próprias Escrituras falem por si só:

O sol, o qual é uma ETRELA de quinta grandeza, como símbolo do Eterno e também daqueles que amam a Ele. - (Sl. 84:11; Jz 5:31).

A estrela como sendo um símbolo de Yeshua ha Mashiach. - (Nm. 24:17; Mt. 2:2; Ap. 22;16).

As estrelas como os homens justos. - (Dn. 12:3).

Sabemos que o sol é uma estrela também, portanto tanto o sol como as estrelas simbolicamente representam todos aqueles que têm a LUZ do Eterno em suas vidas. E o próprio Yeshua disse: "Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida." (Jo. 8:12); Yeshua também disse que nós somos a luz do mundo. (Mt. 5:14). E João, o apóstolo disse: "D'us é luz, e não há nele trevas nenhuma." (I Jo. 1:5).

Que as luzes da chanukiá brilhem!

Brilhem anunciando a verdadeira luz do Eterno, a qual esta em Yeshua. E por isso mesmo Yeshua disse ser a luz do mundo, e que veio ao mundo para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna... (Jo. 3:16-21). O espaço aqui não dá, leiam então até o verso vinte e um.

Na realidade tanto a luz cósmica que o Eterno criou com a palavra que saiu da sua boca (Bereshit, Gênesis 1:3), bem como o sol e as estrelas foram criados também com a finalidade de servirem como símbolos da verdadeira LUZ, a qual é o próprio Eterno e que sempre existiu na eternidade, no princípio, luz essa que veio a este mundo através de Yeshua, a luz do mundo, pois nele, em Yeshua habita toda a plenitude da Divindade. (Col. 1:19; 2:9).

Portanto, tudo que tem luz, simbolicamente representa D'us e o seu reino bendito. E em tudo que há trevas, representa Satanás e o seu reino maldito.

Há um site dizendo que a magen pertence a maçonaria, mas isso só prova uma coisa, que Satanás sempre usa as coisas de D'us para confundir o ser humano. Você sabia que foi o próprio D'us quem matou o primeiro animal, e foi para que o couro do mesmo vestisse a nudez de Adão e Eva? 

Pois bem, até hoje Satanás pede aos seus seguidores que sacrifiquem animais, isso é uma maneira de querer estar no lugar do Criador, o qual matou o primeiro animal, prefigurando a morte do Cordeiro de D'us (Yeshua) que tira o pecado do mundo, vestindo o ser humano com a justiça do seu amado filho Yeshua. 

Satanás usa até a Bíblia, que abuso! Ele usou o Salmo 91 para tentar a Yeshua. Não é de se admirar que ele use também a Magen David, a qual já existia muito antes de haver a maçonaria, concorda? Infelizmente alguém menos entendido em determinado assunto é enganado pelo inimigo de nossas almas, pela confusão (Babilônia) que ele cria no mundo.

Sinceramente não vejo nenhum problema em representar uma estrela usando a forma geométrica com cinco, seis ou sete bicos, pois o Eterno em lugar nenhum das Escrituras faz tal proibição. 

Ao contrário disso D'us ordenou a Moshe, Moisés para fazer o Mishkan, Tabernáculo (de forma retangular) usando medidas de precisão, para fazer várias coisas com variadas formas, tais como: O Átrio, o Santo Lugar, o Santíssimo Lugar, a Mesa da Proposição, o Candelabro com sete pontas, etc.

Certa fez me mandaram um mail contendo um "file" feito por um cientista japonês, onde ele prova através dos cristais de água o efeito do som nas moléculas dos mesmos.

Ele mostra a formação de várias figuras geométricas, inclusive da Magen David, Estrela de David pelas moléculas de água que foram expostas aos seguintes sons: De palavras de amor, das pastoras de Bethoven, etc. Mas também mostra algumas imagens totalmente disformes formadas pelas moléculas de água de um rio poluído... E também das moléculas de água que foram expostas ao som da voz de Adolph Hitler, de ameaça de morte, etc...

. O formato dos cristais obedece a um padrão.

A maioria dos cristais de água exposta a alguma boa influência, seja de som, carinho, amor, etc. tem o formato de seis pontas, similar a Magen David, confiram:





Por que seria isso?

Creio que seja porque D'us está chamando a atenção do ser humano para o centro do universo, ou seja, para o local mais sagrado, mais perfeito, mais justo, mais sublime, etc. etc..., onde esse mesmo ser humano pode conseguir a união perfeita e completa com o seu Criador. 

Esse local é chamado de Santíssimo Lugar, o qual era simbolizado por uma dependência do Mishkan (Tabernáculo) e posteriormente Beit ha Mikdash (Templo), local de culto a D'us pelos israelitas. Vejam o que falo sobre A União Perfeita e Completa do Homem com D'us.

E vejam também o que falo sobre a Magen David e sua relação com o Santíssimo Lugar:

"A cruz tem seis faces: frente, costas, lado direito, lado esquerdo, altura e profundidade. E a estrela de Davi na bandeira de Israel tem seis pontas, em outras palavras, elas apontam para o formato de “Um Cubo do Tamanho do Infinito”, expressão usada na CONCLUSÃO do tópico denominado "A Redenção Profetizada no Sêder de Pêssach" do link citado. 

E faz lembrar das medidas da Nova Jerusalém, cidade dos redimidos na Glória (Ap. 21:16) e também do Santíssimo Lugar, o mais sagrado ambiente ou recinto do Tabernáculo, e posteriormente, também do Templo de Salomão, onde a glória de D'us descia." (Ex. 40:34; II Cron. 7:2).

Além disso existe uma criatura marinha no formato de uma estrela de cinco pontas, a qual é muito conhecida por todos como "estrela do mar", isso mostra que D'us em sua criação também usou de geometria.

Portanto é errado dizer que não devemos representar o brilho de uma estrela usando as pontas de uma figura geométrica.

Conta-se que a letra DÁLET do alfabeto hebraico, no tempo do rei David era em formato triangular...

Quem estuda hebraico sabe que na evolução da escrita os alfabetos de várias línguas foram formados a partir dos hieróglifos. A letra ÁLEF (primeira do alfabeto hebraico) por exemplo, foi criada a partir do hieróglifo representado pela cabeça de um boi.

E a letra grega DELTA que tem formato triangular, a qual é representada pela nossa letra D, e em hebraico pela letra DÁLET foi usada para formar a Magen David, pois dois DÁLETS ou DELTAS formam o prefixo e o sufixo do nome do rei DAVID.

Sendo assim essas duas letras em formato triangular sobrepostas formam a Magen David ou o Escudo de David.




Dizem ainda que o escudo usado pelas tropas do exército de Israel, no tempo do rei David tinha a Magem David desenhada nele.

Se não podemos desenhar uma figura geométrica, para representar os raios que procedem da luz de uma estrela, então também não podemos desenhar as seguintes figuras representativas: 

Do tabernáculo, da menorah, da mesa da proposição, das tábuas da lei, da arca da aliança com os keruviym (querubim), de um leão para representar a tribo de judá, etc... E nem podemos também desenhar nenhum astro celeste, mesmo sendo em caráter educacional. Não podemos sequer comprar um livro que contenha figuras de espécie alguma, nem mesmo um atlas geográfico.

O grande problema não consiste no desenho da Magen David, porque Satan sempre usou das coisas de D'us com a finalidade de confundir o povo... Pois o judeu Shaul, Paulo diz que Satan se transforma até em anjo de luz, para se possível enganar até mesmo os próprios eleitos de D'us. Sabemos que o inimigo de D'us usa até mesmo as Escrituras para enganar o ser humano, veja por exemplo o Evangelho Segundo Allan Kardec.

No tabernáculo os sacerdotes queimavam incenso por ordem do Eterno... Hoje, porém são os macumbeiros que fazem isso... Então o incenso que era tido como santo, agora passou a ser impuro, simplesmente porque Satan esta usando-o indevidamente. Porque essa é a intenção dele, isto é, contaminar tudo que é consagrado ao Eterno.

Portanto, o inimigo usa indevidamente o desenho da Magen David, o qual não lhe pertence.

No dia 07/junho/1967 (28/Iyyar/5727) a parte oriental da cidade de Jerusalém foi finalmente tomada pelos israelenses... E por que não dizer pelos israelitas? Porque os descendentes de Israel, após a destruição de Jerusalém pelos romanos no ano 70 d.e.c. ficaram dispersos mais de 1900 anos. E durante todo esse tempo eles sonharam com esse grande dia.

Dia esse em que se cumpriu uma grande profecia de Yeshua, vejam o que ele disse sobre Yerushalaim:

»LUCAS [21]
20 Mas, quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei então que é chegada a sua desolação...
24 E cairão ao fio da espada, e para todas as nações serão levados cativos; e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos destes se completem.

Nesses versos acima ele profetizou sobre a destruição de Jerusalém pelos romanos, ocorrido em 70 d.e.c. e também sobre o fim do domínio gentílico de Jerusalém, o qual se deu exatamente em 07/junho/1967 ou em 28/Iyyar/5727.

Vejam esse vídeo, no qual a FIERJ - Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro comemorou no dia 16/maio/2007 (28/Iyyar/5767) o aniversário da tomada de Yerushalaim, Jerusalém em 07/junho/1967 (28/Iyyar/5727):



E por tudo que HaShem, D'us nos tem dado cantemos então essa linda canção de Tehilim, Salmos 137:1-6.

אִם-אֶשְׁכָּחֵךְ יְרוּשָׁלִָם - Im eshkachekh Yerushalaim - Se eu me esquecer de ti Jerusalém...

תהילים פרק קלז
א עַל נַהֲרוֹת, בָּבֶל--שָׁם יָשַׁבְנוּ, גַּם-בָּכִינוּ: בְּזָכְרֵנוּ, אֶת-צִיּוֹן.
ב עַל-עֲרָבִים בְּתוֹכָהּ-- תָּלִינוּ, כִּנֹּרוֹתֵינוּ.
ג כִּי שָׁם שְׁאֵלוּנוּ שׁוֹבֵינוּ, דִּבְרֵי-שִׁיר-- וְתוֹלָלֵינוּ שִׂמְחָה:
שִׁירוּ לָנוּ, מִשִּׁיר צִיּוֹן.
ד אֵיךְ--נָשִׁיר אֶת-שִׁיר-יְהוָה: עַל, אַדְמַת נֵכָר.
ה אִם-אֶשְׁכָּחֵךְ יְרוּשָׁלִָם-- תִּשְׁכַּח יְמִינִי.
ו תִּדְבַּק-לְשׁוֹנִי, לְחִכִּי-- אִם-לֹא אֶזְכְּרֵכִי:
אִם-לֹא אַעֲלֶה, אֶת-יְרוּשָׁלִַם-- עַל, רֹאשׁ שִׂמְחָתִי.

»SALMOS [137]

1 Junto aos rios de Babilônia, ali nos assentamos e nos pusemos a chorar, recordando-nos de Sião.
2 Nos salgueiros que há no meio dela penduramos as nossas harpas,
3 pois ali aqueles que nos levaram cativos nos pediam canções; e os que nos atormentavam, que os alegrássemos, dizendo: Cantai-nos um dos cânticos de Sião.
4 Mas como entoaremos o cântico de HaShem, D'us em terra estrangeira?
5 Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha destra da sua destreza.
6 Apegue-se-me a língua ao céu da boca, se não me lembrar de ti, se eu não preferir Jerusalém à minha maior alegria.




Vejam esse outro vídeo e ouçam também essa outra lindíssima canção:

Im Eshkachech, if i ever forget thee, Jerusalem




Lehitraot.

פאולו וואלי ✡

Nota sobre minha assinatura:

"Origem judaica dos sobrenomes Valle, Vale.

פאולו - Polos / Paul / Paulo

וואלי - Valle / Valley / Vale

Porque o meu sobrenome Vale deveria ser com duas letras "L", mas por um erro do Cartório só tem uma.

Portanto, abaixo faço referência a um Rabino de renome com esse sobrenome Valle (וואלי):




quarta-feira, 26 de abril de 2023

As Sete Festas Bíblicas Instituídas Pelo Nosso Pai Celestial



Shalom chaverim!

Além do שַׁבָּת, Shabat, o Eterno nosso D'us criou mais sete festas para os filhos de Israel. Mas com o passar dos séculos, outras festas foram sendo criadas e acrescentadas ao calendário judaico pelo próprio povo. Todavia falarei apenas sobre as sete festas que constam na Torah:

Três delas, historicamente já se cumpriram em Yeshua ha Mashiach:

PÊSSACH – MATZOT – BIKURIM

1) פֶּסַח, Pêssach, Páscoa - Lv. 23:5; I Co 5:7.


"No mês primeiro, aos catorze do mês, no crepúsculo da tarde, é Pêssach do Eterno." (Vayikrá, Levítico 23:5).


Cumprimento de Pêssach na Brit Ha Chadashah:

"Lançai fora o velho fermento (pecado), para que sejais nova massa, como sois, de fato, sem fermento. Pois também o Mashiach, nosso Cordeiro de Pêssach, foi imolado." (1 Corintios 5:7).


2) מַצּוֹת, Matzot, Pães Asmos - Lv. 23:6; I Co. 5:8.


"E aos quinze dias deste mês é a Festa dos Pães Asmos do Eterno; sete dias comereis pães asmos." (Vayikrá, Levítico 23:6).

Nessa festa os israelitas estão proibidos durante um período de sete dias de ter em suas casas chametz, fermento (símbolo do pecado) e de comer qualquer alimento que contenha essa substância ou mesmo de beber alguma bebida fermentada, sob pena de ser excluído da congregação, do meio do povo quem não cumprir com essa mitzvá, ordenança. (Shemot, Êxodo 12:15-20).


Cumprimento de Matzot na Brit Ha Chadashah:

"Por isso, celebremos a festa não com o velho fermento (chametz), nem com o fermento (pecado) da maldade e da malícia, e sim com os asmos (matzot) da sinceridade e da verdade." (1 Coríntios 5:8).

Yeshua falou sobre o fermento (pecado) dos escribas e fariseus, o dos saduceus e o de Herodes. (Mateus 16:6,11,12; Marcos 8:15; Lucas 12:1).

Os três tipos de fermentos (pecados) mencionados por Yeshua:

a) Dois tipos eram em carater religioso:

. O fermento (pecado) dos escribas e fariseus era a hipocrisia com que muitos deles doutrinavam o povo, porque ensinavam, falavam, mas não praticavam. (Mateus 23:1-8,13,23-39).

Infelizmente nos dias de hoje também esse tipo de fermento (pecado) é um dos que mais tem sido propagado no meio dos que se dizem seguidores do Mashiach, Messias.

. O fermento (pecado) dos saduceus era a negação das Escrituras, porque eles não acreditavam na ressurreição e nem na existência de anjos e nem de espíritos. (Atos 23:8).

Muitos nos dias de hoje são como os saduceus, porque também não acreditam em algumas doutrinas bíblicas, por exemplo: Na manifestação dos dons espirituais, tais como o dom de curar, o dom de línguas, a operação de milagres e maravilhas, etc.

b) E o outro tipo era em carater político:

. O fermento (pecado) do rei Herodes era a ilegalidade do poder, porque o único poder legal é aquele estabelecido por D'us. Herodes era rei de fato, mas não de direito e a ilegalidade do seu poder estava no fato dele não ter sido ungido por D'us para exercer o trono. Porém, Yeshua sim fora ungido como Rei legítimo para exercer o poder de reinar não apenas sobre Israel, mas sobre o mundo todo. (Tehilim, Salmos 2).


3) בִּכּוּרִים, Bikurim, Primícias - Lv. 23:10-11; I Co. 15:23.


"Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando entrardes na terra, que vos dou, e segardes a sua messe, então, trareis um molho das primícias da vossa messe ao sacerdote; este moverá o molho perante o Eterno, para que sejais aceitos". (Vayikrá, Levítico 23: 10,11).

Em Israel, Bikurim se celebra no dia 06 de Nissan, conforme texto abaixo:

"Shavuot é o segundo feriado dos três feriados de peregrinação. Este feriado também é conhecido pelos nomes de "Festa das Primícias" (Chag HaBikurim) e Festa do "Recebimento da Torá" (Matan Torá). O feriado é de um dia em Israel (dia 6 do mês de Nissan) e de dois dias na Diáspora (6-7 do mês de Nissan)."

Fonte:


Porém, o texto de Vayikrá, Levítico deixa transparecer que Bikurim se celebrava no dia 16 de Nissan ou II dia de Pêssach na Diáspora, dia em que o molho das primícias era entregue ao cohen, sacerdote. E nesse dia festeja-se o início da colheita e é também o primeiro dia das sete semanas em que se conta o omer até o quadragésimo nono dia, após o qual se celebra a festa de Shavuot ou das Semanas, no quinquagésimo dia. (Vayikrá, Levítico 23: 15-17).

O texto a seguir concorda com minha interpretação sobre o dia em que se celebrava Yom Ha' Bikurim, Dia das Primícias:

"CHAG HA'SHAVUOT" significa "Festa das Semanas"; o término da contagem de sete semanas (Sefirat Ha' Omer) que se inicia no segundo dia de Pessah (Páscoa). Ou "Festa da Ceifa" e Yom Ha' Bikurim, ressaltando seu caráter agrícola."


Outros textos interessantes:

"יום הביכורים - Yom ha Bikurim - Dia Das Primícias. Este nome também é mencionado no Pentateuco é uma referência ao dia em que era trazido o sacrifício das primícias em cheiro suave a Adonai, além disso sinaliza o início das oferendas das primícias nos próximos sete dias, no dia da festa e mais seis dias após a mesma."


"...Deuteronômio 26:1-2, “E será que, quando entrares na terra que o S-NHOR teu D-us te der por herança, e a possuíres, e nela habitares, Então tomará das primícias de todos os frutos do solo, que recolheres da terra, que te dá o S-NHOR teu D-us, e as porás num cesto, e irás ao lugar que escolher o S-NHOR teu D-us, para ali fazer habitar o seu nome."

As primícias (bikurim) são os produtos listados em Deuteronômio 8:8; as Shevat haminim: trigo e cevada, uvas, figos e romãs; oliveiras, tâmaras. Assim que o agricultor hebreu via os primeiros frutos a brotarem ele marcava estes frutos com uma fita vermelha para indicar que aqueles seriam os bikurim (os primeiros frutos), após a colheita destes primeiros frutos eram colocados em uma cesta e levados a Jerusalém em grande alegria para serem levados ao Templo...

...Esta é a nossa consolação na tristeza e na dor, sim buscando o regozijo e a alegria, mas também em tempos de alegria tais como um casamento onde quebramos uma taça de vidro para lembrar que ainda estamos tristes pela destruição do Templo, a Casa de D-us para todas as nações, também nos lembra que vivemos num mundo do ‘ainda não chegamos lá’ no nosso estado de existência, neste mundo de trevas nossa esperança está no mundo por vir e na eternidade. 

Pois tenho para mim que as aflições desta era presente (Olam hazê) não se podem comparar com a glória que em nós há de ser revelada. Romanos 8:18...."

Fonte: Site Yeshua Chai

Embora a palavra hebraica para casamento seja חֲתֻנָּה, Chatunah, apesar disso é comum também se usar o termo בִּכּוּרִים, Bikurim, primícias para fazer referência ao mesmo. O encontro de Ruth, uma moabita convertida ao judaísmo com o judeu Boaz ocorreu na época das colheitas, encontro esse que teve como consequência o casamanto de ambos. 

Naomi, sogra de Ruth sabia que Boaz como o parente mais próximo de Ruth, de acordo com a Lei de Moisés sobre o levirato (Devarim, Deuteronômio 25: 5), seria obrigado a casar-se com Ruth, a viúva de seu filho e assim resgatá-la. E esse fato possivelmente tenha contribuido para que Bikurim (primícias) viesse a ser uma espécie de sinônimo de Chatunah (casamento). 

E essa seria uma das razões porque se lê a Megillat Ruth em Shavuot. Ruth e seu marido Boaz foram os bisavós do Rei David. Mas além de Bikurim (primícias) existe uma outra expressão hebraica para referir-se a Chatunah (casamento), chama-se Kedushim, a qual significa santificação ou separação daquilo que é profano. Kedushim é a sacralização do casamento; a Brachá, a bênção; e a Ketubá, a certidão de casamento. 

E assim os noivos são uma oferta de Bikurim, de primícias e também uma oferta de Kedushim, de santificação, de separação para uma vida em sintonia com D'us, através da obediência às mitzvot, ordenanças da Torah.

Ver a relação de Bikurim com Chatunah nesse vídeo abaixo:


Cumprimento de Bikurim na Brit ha Chadashah:

Bikurim simbolisa a ressurreição (primeiros frutos da terra) do Mashiach e também a dos seus redimidos, após a qual se unirão a ele nos ares, no arrebatamento dos mesmos.

"Cada um, porém, por sua própria ordem: Mashiach, as primícias; depois, os que são do Mashiach, na sua vinda." (1 Coríntios 15:23).



Data e hora local em Israel




Uma festa cujo cumprimento começou, mas foi interrompido. O seu cumprimento completo ainda é futuro: Jl. 2:28-32; Ap. 6:12; Mt. 24:29; Lc. 21:25; Is. 13:9-10; Mc. 13:24-26.


4) שָׁבוּעוֹת, Shavuot, Pentecostes – Lv. 23:15-17; Jl 2:28-32; At. 2:1.

"Contareis para vós outros desde o dia imediato ao sábado, desde o dia em que trouxerdes o molho da oferta movida; sete semanas inteiras serão. Até ao dia imediato ao sétimo sábado, contareis cinqüenta dias; então, trareis nova oferta de manjares ao Eterno. Das vossas moradas trareis dois pães para serem movidos; de duas dízimas de um efa de farinha serão; levedados se cozerão; são primícias ao Eterno." (Vayikrá, Levítico 23:15-17).


Cumprimento parcial de Shavuot na Brit Ha Chadashah:

Os talmidim, discípulos de Yeshua recebem em plena festa de Shavuot a promessa do enchimento do Ruach HaShem, Espírito de D'us feita pelo próprio Eterno no Tanach:

A promessa:

"E acontecerá, depois, que derramarei o meu Espírito sobre toda a carne; vossos filhos e vossas filhas profetizarão, vossos velhos sonharão, e vossos jovens terão visões; até sobre os servos e sobre as servas derramarei o meu Espírito naqueles dias. Mostrarei prodígios no céu e na terra: sangue, fogo e colunas de fumaça. 

O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes que venha o grande e terrível Dia do Eterno. E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Eterno será salvo; porque, no monte Sião e em Jerusalém, estarão os que forem salvos, como o Eterno prometeu; e, entre os sobreviventes, aqueles que o Eterno chamar." (Yoel, Joel 2:28-32).

O cumprimento:

"Ao cumprir-se o dia de Shavuot, Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar..." (Atos capítulo 2).

· No livro de Vayicrá, Levitico 23:17 diz o seguinte:
“dois pães” e “levedados se cozerão”

Pão asmo, MATZÁ no hebraico é o pão sem fermento. E levedados, significa com fermento, CHAMETZ no hebraico.

Nota:

a) חַלֹּת, chalot é o plural de חִלָּה, chalá.
b) מַצּוֹת, matzot é o plural de מַצָּה, matzá.

· Enquanto os asmos (matzot) de Pêssach falam do corpo do Mashiach que não tem pecado; levedados (chalot) de Shavuot e de Shabat falam da kehilá (congregação) de Yeshua remida e composta de judeus e gentios (dois pães), na qual ainda habita o germe do pecado, porém sem o domínio que tinha sobre seu corpo. “O pecado não terá domínio sobre vós”. Rm. 6:12-14.

As chalot, pães com fermento usados no Shabat e em Shavuot marcam a diferença dessas festas para festa de Pêssach, no que diz respeito aos pães. Pois na celebração do Pêssach as matzot, pães sem fermento, fazem contraste com as chalot, pães fermentados de Shabat e de Shavuot. E eis aqui um grande mistério, porque o fermento simboliza o pecado.

Em Pêssach o Eterno proíbe se comer chalot e em Shavuot e no Shabat Ele ordena que se coma desses pães com fermento.

Levedados, quer dizer pães (Chalot de Shabat e de Shavuot) ou qualquer coisa com fermento (chametz), que significa "com o pecado", em contraste com pães asmos (matzot de Pêssach), pães sem fermento, "sem o pecado".

E nesse grande contraste das matzot de Pêssach e das chalot do Shabat e de Shavuot esses pães apontam para duas direções distintas:

a) As matzot de Pêssach apontam para o corpo do Mashiach.

b) E as chalot de Shabat e de Shavuot apontam para o corpo da kehilá de Yeshua, muito embora se faça também nessa celebração uma alusão ao último Pêssach celebrado por Yeshua, quando ele estabeleceu a Brit ha Chadashá, a Nova Aliança, através do sacrifício do seu corpo e selada com seu próprio sangue.

Portanto o Shabat se harmoniza mais com a festa de Shavuot, dia em que a kehilá de Yeshua recebeu a promessa do Ruach HaShem, profetizada pelo profeta Yoel e que se cumpriu em Atos 2:1-13. Pois na instituição dessa festa (Vayicrá, Levitico 23:17) HaShem ordenou que fossem feitas duas chalot, para serem oferecidas a Ele como oferta de primícia aceitável.

Três festas que ainda devem cumprir-se historicamente em Yeshua:

SHOPHAROT – YOM KIPUR – SUCOT


5) שׁוֹפָרוֹת, Shopharot, Trombetas – Lv. 23:24; I Co. 15:51,52;
Ex. 19:15-19; I Ts 4:16,17; Rm. 8:11.


"Fala aos filhos de Israel, dizendo: No mês sétimo, ao primeiro do mês, tereis descanso solene, memorial, com sonidos de trombetas, santa convocação." (Vayikrá, Levítico 23:24).

. Para Israel essa festa é retrospectiva e lembra a fusão do
povo de Israel com Adonay ao som de trombeta no Monte Sinai.

. Mas nessa festa em nossos dias Israel comemora também o Rosh Ha Shanah, o Ano Novo Judaico.

Eis aqui um vídeo com uma música judaica sobre essa festa:


Cumprimento futuro de Shofarot na Brit Ha Chadashah:

· Para a Kehilá de Yeshua, essa festa se cumprirá num dia muito importante, pois será nesse dia, a ressurreição dos redimidos que dormem no Senhor e também o arrebatamento da mesma.

"Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados." (1Coríntios 15:51,52).

Acessem esse vídeo abaixo e ouçam o toque do shophar.



6) יוֹם כִּפֻּר, Yom Kipur, Dia do Perdão - Ex. 39:25; Lev. 16:29-31, 23:27,28.


"Mas, aos dez deste mês sétimo, será o Dia da Expiação; tereis santa convocação e afligireis a vossa alma; trareis oferta queimada ao Eterno. Nesse mesmo dia, nenhuma obra fareis, porque é o Dia da Expiação, para fazer expiação por vós perante o Eterno, vosso D'us." (Vayikrá, Levítico 23:27,28).


O sumo sacerdote vestia-se de roupas simples, humildes para a expiação (Lv. 16:4,32), e logo após despia-se das suas vestes humildes e se revestia de suas vestes gloriosas. Lv. 16:23,24.

Cumprimento de Yom Kipur na Brit Ha Chadashah:
. Os redimidos dentre judeus e gentios já foram perdoados em Yeshua.

. Essa festa se cumprirá no futuro em Israel, quando o Sumo Sacerdote Yeshua, sair do seu Mishkan (Tabernáculo) no céu, vestido das suas vestes gloriosas. Mt. 24:30; Zc. 12:10,13; Hb. 9:28.


7) סֻּכּוֹת, Sucot, Tabernáculos (Sucot/Cabanas) Lv. 23:34,39,42-44(סֻּכֹּת).


"Fala aos filhos de Israel, dizendo: Aos quinze dias deste mês sétimo, será a Festa dos Tabernáculos ao Eterno, por sete dias... Porém, aos quinze dias do mês sétimo, quando tiverdes recolhido os produtos da terra, celebrareis a festa do Eterno, por sete dias; ao primeiro dia e também ao oitavo, haverá descanso solene... 

Sete dias habitareis em tendas de ramos; todos os naturais de Israel habitarão em tendas, para que saibam as vossas gerações que eu fiz habitar os filhos de Israel em tendas, quando os tirei da terra do Egito. Eu sou o Eterno, vosso D'us. Assim, declarou Moisés as festas fixas do Eterno aos filhos de Israel." (Vayikrá, Levítico 23:34,39,42-44).


Cumprimento futuro de Sucot na Brit Ha Chadashah:

. Para Israel e todas as nações no futuro, no reinado de Yeshua sobre a Terra, o qual durará aproximadamente mil anos. E logo após haverá o juízo final. Ap. 20:1-3; Zc. 14:16,17; Ap. 20:7-15. E para a kehilá de Yeshua essa festa será na Nova Jerusalém, a cidade palaciana. Ap. 21:2,3. Na verdade todas as nações andarão sob a luz do Tabernáculo de D'us e levarão para a Santa Cidade toda sua honra e glória. Ap. 21:24-26.

Celebremos então estas festas com alegria e cantemos ao Eterno, Nosso D'us de todo o nosso coração.


Jesus e as Festas Bíblicas 

Yeshua (Jesus) como todo bom judeu sempre foi praticante das leis da Torá. Sendo assim, ele celebrava todas as 7 festas bíblicas instituídas por D'us, e mais ainda, ele celebrava também a Festa de Hanuká ou Chanuká, festa essa também conhecida como Festa da Dedicação. (João 10:22-29).

🙌🙏😇🕎🎺🎶🎻

Lehitraot.

פאולו וואלי ✡ Paul Valley 

Nota sobre minha assinatura:

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Porque o meu sobrenome Vale deveria ser com duas letras "L", mas por um erro do Cartório só tem uma.

Portanto, abaixo faço referência a um Rabino de renome com esse sobrenome Valle (וואלי):



segunda-feira, 27 de março de 2023

A Planta Onze-Horas - Portulaca Grandiflora e Seu Simbolismo Espiritual

Onze-horas (Portulaca grandiflora) é uma planta da família Portulacaceae, nativa da América do Sul, ocorrendo desde o sudeste brasileiro até o Uruguai e a Argentina. Também pode ser encontrada no sul do continente asiático.

A onze-horas (Portulaca grandiflora) não ganhou esse apelido por acaso: é nos horários de maior incidência de sol que os botões da planta se abrem, enchendo o jardim de cores. Isso acontece graças as estruturas fotossensíveis presentes em suas folhas. Por isso, as flores se fecham assim que a luminosidade diminui.

E o grande simbolismo espiritual da planta Onze-Horas está no fato do mundo espiritual ser representado por luz e trevas.

Pois todo aquele que ama e obedece a D'us, também ama a luz e anda nela, e obviamente também odeia as trevas e se esconde delas.

Data e hora local em Israel


Porque como acontece com a Onze-Horas assim se sucede também no mundo espiritual, isto é, enquanto as flores dessa planta se abrem quando há maior luminosidade solar, e se fecham quando escurece o ambiente em que as mesmas se encontram, assim também acontece com aquelas pessoas que pertencem a luz espiritual, ou seja, elas amam e se alegram quando a luz divina brilha com mais intensidade em seus corações e em sua volta. 

E da mesma forma essas mesmas pessoas que estão na luz espiritual odeiam, se entristecem e se escondem quando as trevas espirituais se aproximam delas.

Mas para aquelas pessoas que estão em trevas espirituais, acontece exatamente o contrário, ou seja, elas amam as trevas e odeiam a luz.

Veja o que diz o Senhor dos Exércitos aos que seguem ideologias humanas contrárias aos seus estatutos perpétuos e verdadeiros, de perfeição, ética, moral, justiça e santidade:

"Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!"

(Isaías 5:20)

"E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más.

Porque todo aquele que faz o mal odeia a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas.

Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em D'us."

(João 3:19-21)

"Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, e cura trará nas suas asas; e saireis e saltareis como bezerros da estrebaria."

(Malaquias 4:2)

☀️🌸☀️🌸☀️🌸☀️

Lehitraot.

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