"Disse o Senhor ao meu Senhor" é a abertura do Salmo 110:1, uma profecia messiânica de Davi onde o nosso Pai celestial (יהוה) convida o Messias (meu Senhor/Adonai) a assentar-se à sua direita, garantindo vitória total sobre os inimigos, colocando-os como estrado dos pés.
É o salmo mais citado no Novo Testamento e refere-se à exaltação e autoridade de Yeshua HaMashiach (Jesus Cristo).
Data e hora local em Israel
Principais detalhes sobre o texto:
Significado:
"O Senhor (יהוה) disse ao meu Senhor (o Messias/Jesus): Assenta-te à minha mão direita".
Autoridade:
Assentar-se à direita significa receber autoridade suprema e honra.
Inimigos:
O Messias reinará até que todos os seus inimigos sejam subjugados.
Contexto:
O Salmo 110 é atribuído a Davi e é lido no contexto do Advento, preparando para a vinda de Jesus.
Referências Bíblicas:
Além de Salmos 110:1, é citado por Yeshua (Jesus) em Mateus 22:44, e mencionado por Pedro e autores de Hebreus.
Ordem de Melquisedeque:
O salmo também declara que o Messias é sacerdote para sempre, numa ordem superior, segundo a ordem de Melquisedeque.
O versículo é fundamental no Novo Testamento para demonstrar a divindade e o reinado de Yeshua (Jesus).
Logo após o Reinado Milenar de Yeshua, então o próprio Filho se sujeitará ao Seu Pai, àquele que lhe sujeitou todas coisas:
E em 1 Coríntios 15:24-28, Yeshua entregará o Reino ao nosso Pai celestial, no "fim", após derrotar todo domínio, autoridade e o último inimigo: a morte.
Este ato demonstra a sujeição final do Mashiach (Cristo) ao Pai, permitindo que Ele (יהוה) seja "tudo em todos", consolidando a vitória final do plano divino.
Pontos-chave da entrega do Reino:
O Momento:
Acontecerá no fim da história, após o reinado de mil anos, quando Cristo finalizar sua batalha contra o mal e a morte.
A Ação:
Yeshua (Jesus) submeterá todas as coisas, inclusive a si próprio, ao Pai.
O Objetivo:
A suprema autoridade do Pai será restabelecida sobre a criação, destacando o papel de Jesus como o Rei que sujeitou tudo, mas que reconhece a soberania do Pai celestial.
Significado:
Mostra a humildade de Yeshua (Jesus) e a unidade entre Filho e Pai, não inferioridade, mas a conclusão de Sua missão salvífica.
Essa entrega é interpretada como a conclusão vitoriosa do propósito divino, onde o reino, uma vez estabelecido, é entregue de volta ao Pai. Halelu-Yah!
Resumo:
[24] "Então virá o fim quando ele entregar o reino ao Pai, quando houver destruído todo domínio, e toda autoridade e todo poder.
[25] Pois é necessário que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo de seus pés.
[26] Ora, o último inimigo a ser destruído é a morte.
[27] Pois se lê: Todas as coisas sujeitou debaixo de seus pés. Mas, quando diz: Todas as coisas lhe estão sujeitas, claro está que se excetua aquele (o Pai) que lhe sujeitou todas as coisas.
[28] E, quando todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então também o próprio Filho se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que o Pai seja tudo em todos."
(1 Coríntios 15:24-28)
O versículo 27 desse texto acima é bem claro, quando diz que o Pai sujeitou todas as coisas ao Filho, EXCETUANDO-SE O PRÓPRIO PAI CELESTIAL!
Ora, se é o Pai quem sujeita tudo ao Filho, então é ÓBVIO que o Pai nunca foi, não é e nunca será sujeito ao Filho. A própria ordem natural entre pais e filhos testifica isso. São os filhos que devem honrar seus pais e não o contrário.
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Lehitraot.
פאולו וואלי ✡ Paulo Vale
Nota sobre minha assinatura:
"Origem judaica dos sobrenomes Valle, Vale.
פאולו - Polos / Paul / Paulo
וואלי - Valle / Valley / Vale
Porque o meu sobrenome Vale deveria ser com duas letras "L", mas por um erro do Cartório só tem uma.
Portanto, abaixo faço referência a um Rabino de renome com esse sobrenome Valle (וואלי):
