sexta-feira, 27 de março de 2009

A Kabalah na Brit HaChadashah (Nova Aliança)



Shalom chaverim (amigos)!

Nesse sucinto estudo apresento duas קבלות, Kabalot:

1) A Kabalah Santa, לקבל הקודש, lekabel hakodesh, aceitação ou recebimento santo, sagrado, puro, não misturado.

2) E a Kabalah não Pura, קבלה לא טהורה, kabalah lo' tehorah, aceitação ou recebimento não puro, misturado.

Data e hora local em Israel


I - A Kabalah Santa, לקבל הקודש, lekabel hakodesh, aceitação ou recebimento santo, sagrado ou puro, não misturado:

Vejam esse interessante estudo feito por um rabino judaico messiânico, onde ele faz uma comparação das sefirot com os ensinamentos do judeu Shaul, Paulo, o enviado para anunciar a salvação em Yeshua aos goym, gentios:

"Sefirot da קבלה, Kabalah para o Novo Testamento:

As Sefirot são os atributos de D'us. Assim como a luz branca é decomposta no prisma, e se divide em varias cores, como se fosse um Arco Celeste, a presença de D'us em nossas vidas se apresenta decomposta também. Esses ensinamentos de origem judaica, eram muito bem conhecidos pelo Rabino Shaul (Paulo), um Prush, erudito no Talmud, na tradição e no segredo da Torá. No cortejo da Torá, a tradicional canção Lechá Adonai Haguedulá, baseada em 1 Cr 29:11 (Divrei Haiamin Alef), essas sefirot aparecem. Mas o curioso é que a expressão dos atributos de D'us, aparece claramente também no primeiro capitulo de Colossenses. Vejamos:

Keter - Coroa, o conhecimento da vontade de D'us, Cl 1:9
Chochmah - A sabedoria - vs 9
Binah – O entendimento - vs 9
Gevurah – A força, poder - vs 11
Netzach – A vitória (eternidade) - vs 11
Hod – A glória, esplendor - Vs 11
Malchut – O reino - vs 13
Yesod – fundamento, dar frutos, a força vital que produz e reproduz - vs 14, [16] - (grifado por mim)
Chesed – A misericórdia, perdoar, redenção através do perdão dos pecados - vs 15, 14
Tiferet – A beleza – a graça sobre nós - a imagem do Elohim invisível, o primogênito da criação - vs 2 e 15

Agora vejamos quem é a coroa, o Keter – Cl 1:17-18 – Ele é o cabeça Cl 2:9 

O fascinante universo de Yeshua era judaico. A fascinante narrativa de sua passagem na terra só pode ser compreendida na totalidade à luz da Torah e do Tanakh. As expressões idiomáticas que ele usava eram hebraicas (e não latinas), a indumentária e costumes eram judaicos (a orla de sua roupa tocada pela mulher com hemorragia era o seu tsitsit), as festas que ele comemorava eram judaicas e nunca festas pagãs, a última ceia era nada mais nada menos do que um Sêder de Pêssach (páscoa judaica). Suas constantes idas às sinagogas incluíam inclusive a leitura da haftarah (como aparece claramente em Lucas 4:15-21 transcrita abaixo)

"Ensinava nas sinagogas e era glorificado por todos. Ele foi a Nazaré, onde fora criado e segundo o costume, num shabat entrou na sinagoga e levantou-se para ler. Foi-lhe entregue o livro do profeta Isaías (Yeshaiau Ha Navi), e quando abriu o livro, encontrou o lugar onde está escrito – O Espírito do Senhor está sobre mim, pois me ungiu para levar as boas novas aos pobres, enviou-me para proclamar liberdade aos presos e a restauração da vista aos cegos, para libertar os oprimidos, e proclamar o ano aceitável do Senhor.

Ele fechou o rolo, e o devolveu ao assistente e sentou-se. E todos na sinagoga tinham os olhos fitos nele. E Yeshua passou a lhes dizer: Hoje se cumpriu a escritura que acabeis de ouvir."

Mas o que é Kabalah?

Nesse artigo do site Chabad, o autor diz o que é a Kabalah e o que ela não é.

Definição da Kabalah:

E nesse outro artigo do mesmo site Chabad, o autor defini o que é e para que serve a Kabalah.

Acessem mais esse outro link referente a um outro artigo sobre a קבלה, Kabalah na Brit ha Chadashah.

Conheçam mais sobre as Sefirot, As Dez Emanações Divinas nesse estudo da Revista Morashá.

Click aqui para ver a figura abaixo com os nomes das Sefirot em hebraico e inglês.

E eis aqui um outro artigo que foi elaborado dentro dos princípios da קבלה, Kabalah:

O juízo de D’us sobre um grande império ateísta.

O lado fascinante da Kabalah:

Já se tornou notório em nossos dias que inúmeras pessoas estão fascinadas pela Kabalah, contudo a maioria delas ignoram o verdadeiro fim da mesma, o qual não é outro senão o de revelar D'us, seus atributos e dons, e o seu grandioso plano de redenção da raça humana, através do sacrifício maior, o do seu filho Yeshua.

Com certeza, através da numerologia bíblica e do significado de palavras e letras hebraicas, muitos mistérios do Eterno nas Escrituras podem ser finalmente entendidos, com a ajuda indispensável do Ruach HaShem, Espírito de D'us, é claro.

E um exemplo de que a Kabalah está inserida na Brit ha Chadashah é o número enigmático da besta, do antimashiach mencionado no Apocalipse:

"Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis."
(Apocalipse 13:18).

II - A Kabalah não Pura, קבלה לא טהורה, kabalah lo' tehorah, aceitação ou recebimento não puro, misturado:

Mas infelizmente há também aquelas pessoas que misturam tudo, achando que a Kabalah está ligada de algum modo a astrologia, a reencarnação, ao jogo de tarô, ao fator sorte e outras coisas semelhantes, a respeito das quais a Torah e o Tanakh condenam (Devarim, Deuteronômio 18:9,10; Yeshaiahu, Isaías 47:12,13). O que faz com que essas pessoas pensem que a Kabalah tem algum poder mágico. Tais pessoas são normalmente muito supersticiosas e tentam usar a Kabalah com várias finalidades, inclusive para saber sobre o seu próprio futuro e o de outras pessoas também, etc...

Conclusão:

Portanto, nesse sintetizado estudo estou apresentando 02 (duas) קבלות, kabalot:

1) A Kabalah Santa, לקבל הקודש, lekabel hakodesh, a aceitação ou o recebimento, santo, sagrado, puro, não misturado desse conhecimento a nível metafísico e bíblico, ou seja, a kabalah que vem do alto, de D'us, através do Seu Ruach, Espírito (1 Corintios 12:8; Hebreus 2:4). E além disso, D'us distribui também para alguns de seus servos o dom da unção de liderança, para exercerem determinadas funções específicas na kehilá de Yeshua (Efesios 4:11).

D'us usa duas maneiras distintas de nos transmitir porções de seus atributos e dons:

a) Através do recebimento direto, isto é, sem intermediários. Um exemplo disso foi o recebimento da Torah por Moshe, Moisés diretamente de HaShem.

b) E através do recebimento indireto, ou seja, através de pessoas sábias, de mestres (rabinos) dotados de dons espirituais e da unção de liderança.

2) E a Kabalah não Pura קבלה לא טהורה, kabalah lo' tehorah, a aceitação ou o recebimento não puro, misturado, já mencionado nesse estudo.

Por isso é necessário que tenhamos o dom espiritual de discernir os espíritos (1 Corintios 12:10) para que possamos separar uma Kabalah da outra, pelo crivo da Torah, afim de que não venhamos a ser confundidos por essas inúmeras informações sobre esse tema que estão espalhadas por toda parte, principalmente na internet.

Sinceramente diante de tudo isso exposto espero ter ajudado alguém a entender um pouco mais sobre esse tema que hoje está em moda, mas que lamentavelmente é também mal compreendido pela maioria das pessoas.

Lehitraot, até a vista.

פאולו וואלי ✡

Nota sobre minha assinatura:

"Origem judaica dos sobrenomes Valle, Vale.

פאולו / Polos / Paul / Paulo

וואלי / Valle / Valley / Vale

Porque o meu sobrenome Vale deveria ser com duas letras "L", mas por um erro do Cartório só tem uma.

Portanto, abaixo faço referência a um Rabino de renome com esse sobrenome Valle (וואלי):


Rabbi Moshe David Valle - רבי משה דוד וואלי

terça-feira, 24 de março de 2009

Só Um Judeu Pode Ser o Messias e Só Ele Poderá Fazer a Paz

Shalom chaverim (amigos)!


Data e hora local em Israel



Vejam essa interessante entrevista com esse judeu religioso chamado Nahman, residente em Israel, na qual ele diz que o presidente Barak Obama é mencionado na Torah:


Diário Israel/Palestina 3
Obama na Torah
21.01.2009 - 10h20 Alexandra Lucas Coelho, em Israel
O judeu religioso Nahman não se entusiasma com Obama, mas está na posse de um segredo. “Na Torah já estava escrito que o presidente Obama ia vir”, revela ele no meio da Ben Yehuda, uma rua pedonal cheia de lojas e cafés, que de certa forma é o seu posto de trabalho.

A maioria dos ultra-ortodoxos em Israel não trabalha, mas Nahman, 33 anos, casado, dois filhos, tem como missão reunir fundos para o seu rabino fazer uma versão manuscrita da Torah, a Bíblia judaica. E então, já noite escura, está no meio da rua, de fato preto e “kippa” preta, com um grande cilindro de plástico a imitar os rolos onde é guardada a Torah, e vai apregoando recibos. “Se pagar 18 shekels, está a pagar um texto. Se pagar 180 shekels vai ter uma vida muito boa.”

180 shekels são cerca de 35 euros. Para uma vida muito boa não está caro, mas Nahman ainda tem o livro de recibos quase intacto, e ainda por cima está a ficar frio.

“Isso do Obama vir na Torah é um segredo, não há muita gente que o saiba”, avisa de repente, em caso de dúvida. E de resto, vir na Torah não é razão bastante para confiar em Obama: “Não o conheço e não confio em nenhum cristão. Só confio nele.”

Aponta com o queixo para o céu.

Então Obama não poderá fazer a paz? “Nunca haverá paz.” Nunca haverá paz? “Quando o Messias vier, toda a gente saberá que temos um D'us e verá que D'us deu a Israel a Torah. Ninguém poderá fazer a paz, só o Messias.” E portanto esse messias não será Obama, apesar de estar na Torah? “Claro que não.” Nahman até recua um passo. “Só um judeu pode ser o Messias.

Fonte: Site do jornal Público.PT, de Portugal.

Realmente esse judeu religioso chamado Nahman tem toda razão em fazer essas duas declarações:

1) “Ninguém poderá fazer a paz, só o Messias.”

Porque a paz perfeita e completa que o mundo tanto almeja só virá quando o שר־שלום, Sar Shalom, Príncipe da Paz, que é Yeshua ha Mashiach Melech ha yehudim voltar e assumir o trono de seu pai, o rei David.

2) “Só um judeu pode ser o Messias.”

Porque só um judeu poderia cumprir todas as profecias relacionadas ao Mashiach. E esse judeu não pode ser outro senão Yeshua! Confiram isso nesse outro tópico desse blog:


Lehitraot, até a vista!

פאולו וואלי ✡


Nota sobre minha assinatura:

"Origem judaica dos sobrenomes Valle, Vale.

פאולו - Polos / Paul / Paulo

וואלי - Valle / Valley / Vale

Porque o meu sobrenome Vale deveria ser com duas letras "L", mas por um erro do Cartório só tem uma.

Portanto, abaixo faço referência a um Rabino de renome com esse sobrenome Valle (וואלי):




quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

O Significado Verdadeiro do Nome Jesus (Yeshua / יֵשׁוּעַ) no Original Hebraico


Shalom chaverim!

O termo hebraico יֵשׁוּעַ - Yeshua origina-se da raiz iod, shin e ain (י שׁ ע). E ele tem muitas variantes, dependendo do caso, isto é, se do gênero feminino ou masculino, se singular ou plural, etc.

Data e hora local em Israel



1) יֵשׁוּעַ - Yeshu’a (adjetivo e substantivo masculino singular), deriva-se do verbo SALVAR e significa SALVADOR.

2) יְשׁוּעָה - Yeshu’ah (substantivo feminino singular). Significa SALVAÇÃO. (Sl. 118:15) – Lexicon – pgs. 354 e 358.

3) יֵשַׁע - Yesha’ – Significa literalmente SALVAÇÃO, mas pode se traduzir também por libertação, redenção, resgate, segurança, ajuda, etc.

4) יְשַׁעְיָהוּ - Yesha’Yahu ou יְשַׁעְיָה – Yesha'Yah, nome do profeta Isaías.

- יְשַׁעְיָהוּ - Yesha’Yahu significa “Ele (O Eterno) é a Salvação”

- יְשַׁעְיָה - Yesha’Yah significa “Salvação do Eterno”

5) יְהוֹשִׁיעַ - Yehoshiy’a – Significa “ele salvará”, futuro da 3ª pessoa do singular masculino e da mesma raiz (ישׁע) iod, shin e ain. Lexicon – pg. 300. (I Sa. 17:47; Sl. 116:6).

6) Já o termo יְהוֹשֻׁעַ, Yehoshu'a muito embora seja uma contração do Nome do Eterno (יְהוָה) com o verbo salvar. E que apesar de significar “o Eterno é o seu auxílio, socorro, salvação”, segundo o Lexicon tem como raiz as letras hê, vav e hê (הוה), cujo significado é o seguinte:

I- Existir, ser, derivar...
Daí, o Nome de D'us (יְהוָה) O GRANDE EU SOU.

II- Desejo, pedido, vontade...
Lexicon - pg. 300.

Contudo, o que mais importa mesmo é o que disse um certo anjo de D'us para יוֹסֵף, Yosseph (José), aquele que veio a ser o esposo de מִרְיָם, Miryam (Maria), explicando o significado do nome Yeshu'a:

וְהִיא יֹלֶדֶת בֵּן וְקָרָאתָ אֶת־שְׁמוֹ יֵשׁוּעַ כִּי הוּא יוֹשִׁיעַ אֶת־עַמּוֹ מֵחַטֹּאתֵיהֶם׃

“E ela dará à luz um filho, e você lhe dará o nome de יֵשׁוּעַ, Yeshu'a, porque ele (יוֹשִׁיעַ, yoshiy'a) SALVARÁ o seu povo dos seus pecados”. (Matityahu, Mateus 1:21).

E na realidade יֵשׁוּעַ - Yeshu'a é tanto o Salvador, como também יְהוֹשִׁיעַ - Yehoshiy'a, Ele salvará ou יְהוֹשֻׁעַ - Yehoshu'a, a Salvação do Eterno para toda humanidade, todavia eu prefiro chamá-lo de יֵשׁוּעַ הַמָּשִׁיחַ, Yeshu'a ha Mashiyach, o Salvador Ungido ou como queiram o Messias Salvador.

Fonte de pesquisa:

1) Huzeff Zlochevsky, “Pequeno Dicionário Português / Hebraico”, Sociedade Cemitério Israelita de S.Paulo, Organização Sionista Tnuat Aliá – Depart. Ensino da FISESP, 1980.

2) Benjamin Davidson, “The Analytical Hebrew and Chaldee Lexicon”, Samuel Bagster and Sons Ltda, 72 Marylebone Lane, London Wi, 1794, Reprinted, 1967, 1970.

3) “Tanakh” (Hebrew Old Testament), The Britsh and Foreign Bible Society, London, Printed in Great Britain by Lowe and Brydon (Printers) LTD, London and Theford, 1980.

4) Printed in Great Britain at the University Press, Cambridge, the Society for Distributing the Holy Scriptures to the Jews, “HaBriyt HaChadashah” (The New Testament In Hebrew And Portuguese), 237 Shaftesbury Avenue, London, W.C.2.

5) Abraham Hatzamri e Shoshana More-Hatzmri, “Dicionário Português - Hebraico e Hebraico - Português”, editado pela Editora & Livraria SÊFER - Alameda Barros, 893 - São Paulo, SP - Brasil.

6) R. BARGUR H. Iusim, “Dicionário Básico – Hebraico / Português”, All Rights reserved, Maariv book guild, 2 Karlibach ST., Tel Aviv, Israel., 1975.

 7) Tanakh e HaBrit HaChadashah online do site Café Torah.

8) E o Bible HubOnline Bible Study Suite.


Embora a língua hebraica seja declinável em alguns casos gramaticais, porém a língua grega a supera muito nisso.

O idioma grego é uma língua cujas palavras declinam de acordo com as funções sintáticas das mesmas na oração, e por esse motivo o nome Yeshua ha Mashiach ao ser transliterado para esse idioma teve que ser adaptado à gramática do mesmo.

Eis aqui alguns textos bíblicos da Brit ha Chadashah em hebraico e em grego que mencionam o nome Yeshua ha Mashiach:

Em hebraico:

ישוע המשיח – Yeshua ha Mashiach - Mateus 1:1

המשיח ישוע – Ha Mashiach Yeshua - 1 Corintios 1:30

ישוע המשיח – Yeshua ha Mashiach - 1 Corintios 2:2

ישוע המשיח – Yeshua ha Mashiach - 2 Corintios 13:5

ישוע המשיח – Yeshua ha Mashiach - Filipenses 2:11

המשיח ישוע – Ha Mashiach Yeshua - 1 Timoteo 2:5

ישוע המשיח - Yeshua ha Mashiach – Hebreus 13:8

Em grego:

Ἰησοῦ Χριστοῦ - Iesou Cristou (genitivo singular masculino) - Mateus 1:1

Χριστῷ Ἰησοῦ - Cristoi Iesou (dativo singular masculino) - 1 Corintios 1:30

Ἰησοῦν Χριστὸν - Iesoun Criston (acusativo singular masculino) - 1 Corintios 2:2

Ἰησοῦς Χριστὸς - Iesous Cristós (nominativo singular masculino) - 2 Corintios 13:5

Ἰησοῦς Χριστὸς - Iesous Cristós (nominativo singular masculino) - Filipenses 2:11

Χριστὸς Ἰησοῦς - Cristós Iesous (nominativo singular masculino) - 1 Timoteo 2:5

Ἰησοῦς Χριστὸς - Iesous Cristós (nominativo singular masculino) - Hebreus 13:8

E porque o nome Ἰησοῦς Χριστὸς se encontra no nominativo singular masculino é que o mesmo foi transliterado para o latim como Iesus Cristus, o qual veio a ser Jesus Cristo em português.

O nome de Yeshua (Jesus) em grego (Ἰησοῦς) é idêntico ao nome de Josué em Deuteronômio 32:44, na tradução do Tanach (AT) para o grego, a chamada Septuaginta.

Nota:
Os 72 sacerdotes escribas terminaram de fazer a tradução da Septuaginta aproximadamente 200 anos antes de Yeshua (Jesus) nascer.

Vejam esse artigo sobre "os inventores de letras", no qual é mencionado o nome de "Pierre de la Ramée" como o criador da letra JOTA no século XVI.

E ainda sobre a letra "J", o som da mesma também varia de língua para língua, pois ela tem som de "dj" em inglês, "rr" em espanhol e "i" em alemão, por exemplo.

E vejam também nesse comentário de autor desconhecido algumas informações sobre o nome Jesus:

"O nome Jesus é uma adaptação para o português de um nome hebraico que aparece na Bíblia em duas formas: Yehoshua e Yeshua.

O nome Yehoshua foi adaptado para o português como Josué, e é o nome do auxiliar de Moisés, que após a morte de Moisés, tornou-se o líder do Povo de Israel, e conduziu o povo na conquista da Terra de Canaã.

O nome Yeshua é uma forma abreviada do nome Yehoshua, sendo que um mesmo homem é chamado na Bíblia, ora pelo nome Yehoshua, ora pelo nome Yeshua. Este homem era o sumo sacerdote na época de Zorobabel.

 No livro do profeta Zacarias, ele é chamado de Yehoshua, que na versão em português aparece como Josué, e nos livros de Esdras e Neemias, ele é chamado de Yeshua, que na versão em Português aparece como Jesua.

Tanto o nome Yehoshua quanto o nome Yeshua foram adaptados para o grego como Iesous.

Na tradução da Antiga Aliança em grego, chamada Septuaginta, feita no século III A.C., o nome Yehoshua aparece como Iesous, e o nome Yeshua também aparece como Iesous. Daí é que veio a forma Jesus, que é usada nas traduções da Bíblia para o português.
Yehoshua significa o Eterno salva. Yeshua também tem este mesmo significado.

Josué, Jesua e Jesus são o mesmo nome, em três diferentes adaptações para a língua portuguesa.

Existem pessoas que dizem que é muito importante pronunciar o nome de Jesus como Yehoshua, ou como Yeshua, mas, na realidade, tanto faz falar Yehoshua, ou Yeshua, ou Jesus, pois de qualquer forma é o mesmo nome.

Alguns dizem que nomes próprios não se traduzem. Realmente, nomes próprios não são traduzidos, mas muitas vezes são adaptados para outras línguas, pois existem certos fonemas (sons) que existem em uma certa língua, mas não existem em outras línguas.

Por exemplo: O nome Jacó, é a adaptação para o português do nome hebraico Ya’acov, sendo que em hebraico existe uma letra, chamada ‘ayin, cujo som não existe na língua portuguesa. Também não existe em português palavra terminada em consoante que não seja l, m, r, s ou z. Por isso foi necessário fazer uma adaptação do nome Ya’acov para o Português.

O nome hebraico Yochanan, foi adaptado para o português como João.
O mesmo nome Yochanan, foi adaptado para o grego como Ioanan, para o inglês como John, para o francês como Jean, para o alemão como Johan, e para o italiano como Giovani.

Portanto, vê-se que é normal adaptar-se os nomes próprios de uma língua para outra, mesmo porque, sem esta adaptação se torna muito difícil pronunciar certos nomes.
Principalmente os nomes de pessoas importantes são adaptados para outras línguas. Por exemplo, o reformador alemão Martin Luther é conhecido no Brasil como Martinho Lutero.

Portanto, podemos pronunciar o nome do Messias (Mashiach) como Yehoshua, Yeshua, ou Jesus. É indiferente."

E eis aqui mais informações sobre o nome Jesus:

"Observe-se inicialmente que não tem cabimento a afirmativa de que o nome Jesus é de origem grega e não hebraica. Esse nome, transliterado para o grego como Iesous, é hebraico e vem de Yeshua” (as aspas representam a letra ain). A forma plena da palavra é Yehoshua”, que, a partir do Cativeiro, passou a dar lugar, geralmente, à forma abreviada Yeshua”. 

Até o começo do segundo século d.e.c. Iesous (Yeshua”) era um nome muito comum entre os judeus. Na Septuaginta, versão do Antigo Testamento ou da Antiga Aliança que os judeus fizeram entre os anos 285 e 150 a.e.c, do hebraico para o grego, o nome Iesous aparece para referir-se tanto a Josué (quatro indivíduos) como aos oito Jesua mencionados em Esdras e Neemias.

Iesous não é nome de nenhum deus da mitologia grega, tanto que não aparece em nenhum clássico grego. Ver, por exemplo, o Dictionaire Grec-Français (1.868 páginas), de C. Alexandre, que, no apêndice de nomes históricos, mitológicos e geográficos, traz no verbete Iesous apenas o seguinte: “Jesus, nome hebraico.”

Agora, em ordem, as respostas às questões propostas.

1. De fato, em hebraico não existe o som j. Como, então, aparece essa letra em nomes bíblicos em quase todas as línguas com as quais estamos familiarizados? 

O que aconteceu foi o seguinte: os judeus da Dispersão, empenhados em traduzir as escrituras hebraicas para o grego (a Septuaginta), não encontraram nessa língua uma consoante que correspondesse ao yodh do hebraico, e a solução foi recorrer à vogal grega iota, que corresponde ao nosso i. Então, escreveram Ieremias, começando com i, e assim por diante, inclusive Iesous.

Mas como foi que esse i se tornou j? Foi através do latim, que deu origem às línguas neolatinas, entre as quais está o português. No latim posterior à Idade Média começou a aparecer na escrita a distinção que já existia na pronúncia entre o i vogal e o i consoante, o qual passou a ser grafado j. 

Por isso, ao abrir o Dicionário Latim-Português, de Santos Saraiva, você vai encontrar um verbete que começa assim: Iesus ou Jesus; e este outro: Ieremias ou Jeremias; e outros semelhantes.

2. Yehoshuah termina com o som de AH; de onde se originou o us em Jesus? Observe-se, primeiro, que o final desta palavra não é AH (qamets seguido de he), mas a” (pathach seguido de ain; as aspas representam o ain): Yehoshua”.

Em segundo lugar, Jesus não se deriva de Yehoshua”, mas da forma abreviada Yeshua”, como explicado anteriormente (ver, por exemplo, Ed 2.36). O a que precede o ain é um pathach furtivo (ver Gramática Hebraica, Guilherme Kerr, # 18.7).

O s final em Jesus se explica pela necessidade de tornar esse nome declinável: os judeus substituíram o ain final por um sigma (o s grego) do caso nominativo. 

Nos outros casos a palavra se declina assim: Iesou (genitivo), Iesoi (dativo), Iesoun (acusativo) e Iesou (vocativo). 

Com isso "mataram-se dois coelhos com uma só cajadada": o nome ficou declinável, e o ain final, que não tem equivalente em grego, foi substituído por um sigma (s).

Fato semelhante se deu com Judas, que reflete a forma grega Ioudas, que em hebraico é Yehudah (Judá). Outros nomes hebraicos que terminam com a gutural he tem em grego, em latim e em português no final o som s: Isaías, Jeremias, Josias, Sofonias. 

Outro exemplo é o vocábulo Mashiach, que termina com a gutural sonora cheth (ch), a qual em grego, em latim e em português deu lugar ao som s: Messias.

3. O Novo Testamento foi originalmente escrito pelos apóstolos em hebraico ou aramaico e posteriormente traduzido para o grego? A resposta é: não. É possível que algumas coleções de ensinos de Jesus, escritas em aramaico (as chamadas logia), tivessem circulado entre os cristãos e servido Mateus e Lucas ao escreverem os seus evangelhos. 

Mas nenhum manuscrito dessas logia foi encontrado até hoje. O tradutor do Novo Testamento não pode basear-se em textos hipotéticos. Os livros do Novo Testamento foram todos escritos em grego coiné, e é no texto grego que se têm baseado as traduções que têm sido feitas através dos séculos.

4. Os originais das Escrituras, especialmente a Brit ha Chadashá ou Nova Aliança, foram destruídos pelas guerras, especialmente na destruição de Jerusalém no ano 70 d.e.c.? Resposta: Não existe nenhum manuscrito autógrafo de nenhum livro da Bíblia. 

Tanto no caso da Antiga Aliança como na da Nova, o que temos são cópias feitas através dos séculos. Especialistas cotejam e avaliam cientificamente estas cópias com o objetivo de se chegar o mais perto possível dos textos autógrafos. 

Cópias dos manuscritos hebraicos e dos gregos foram feitas nos países do mundo bíblico, o que assegurou a sua preservação através dos séculos.

5. Jerônimo. A citação [de uma carta de Jerônimo ao papa Dâmaso temendo ser acusado futuramente de falsário por impetrar diversos acréscimos, mudanças e correções nas Escrituras] é breve demais e deve ser comprovada com indicação de fonte. E mais: citações fora de contexto podem levar a conclusões apressadas e falsas.

6. Lucas 23.38. Sobre leitura duvidosa não se devem basear argumentos, e este é o caso aqui. As palavras “em letras gregas, romanas e hebraicas” não aparecem nos melhores e mais antigos manuscritos e por isso estão ausentes de traduções modernas, como a Bíblia na Linguagem de Hoje, a Nova Versão Internacional e a Bíblia de Jerusalém. 

A Almeida Revista e Atualizada põe essas palavras entre colchetes (ver Bruce Metzger, A Textual Commentary on the Greek New Testament, 2a. ed., 1994, págs. 154 e 217). Em João 19.19-20, todavia, diz-se que “estava escrito assim em hebraico, latim e grego: ‘Jesus de Nazaré, Rei dos Judeus’”. 

Então, o nome de Jesus não foi apenas transliterado: foi escrito na forma corrente de cada uma das três línguas. Em hebraico foi Yeshua”, como fez F. Delitzsch na sua tradução do Novo Testamento ou Nova Aliança do grego para o hebraico. Em grego foi Iesous, e em latim, Iesus.

Também não se sustenta a afirmativa de que nome próprio não pode ser traduzido. Geralmente nome próprio não se traduz; às vezes, sim. Foi o que aconteceu com Simão, a quem Jesus disse: “O seu nome é Simão... de agora em diante o seu nome será Cefas (que quer dizer Pedro)” (João 1.42). 

Cefas é palavra aramaica que quer dizer “pedra”. Pedro é em grego Petros, que quer dizer “pedra”. E esse nome, resultado de tradução e não de transliteração, foi o que se tornou mais comum, e baseado nele foi que Jesus construiu o trocadilho registrado em Mateus 16.18.

7. Como o nome Yehoshua” se tornou Jesus (fonética histórica)? Resposta: Já vimos que o vocábulo Jesus não se deriva diretamente de Yehoshua”, mas da forma abreviada Yeshua”, através do grego e do latim. A consoante inicial J foi explicada acima, no item 1. Agora, o s médio em Jesus. 

No vocábulo hebraico Yeshua”, o grupo sh representa a consoante shin. Por não haver em grego som correspondente a essa consoante fricativa palatal, que soa como xis em eixo, os judeus a substituíram por sigma, também fricativa, mas língua dental, que em grego, mesmo entre vogais, soa como ss. 

O ditongo grego ou soa u. E o aparecimento do s final foi explicado no item 2, acima. A evolução do termo de uma língua para outra é a seguinte: Yeshua” (hebraico) > Iesous (grego) > Iesus (latim) > Jesus (português).

Finalmente, é preciso esclarecer que o real significado dos nomes não é assegurado pela sua transliteração. Primeiro, há um problema insuperável na transliteração, que é o da falta de equivalência de alguns sons nos alfabetos das duas línguas. 

Isso, em se tratando do hebraico, é verdade em relação ao tav sem daghesh, à pronúncia do mem e do nun finais e das guturais he, cheth e ayin. O ayin só os orientais são capazes de pronunciar corretamente. 

Depois, suponha-se que na tradução do Novo Testamento imprimíssemos Yeshua” Hammashiach em lugar de Jesus Cristo. Será que isso asseguraria a manutenção do “real significado expresso no original”? É evidente que não. Isso apenas causaria uma confusão total na mente dos leitores. 

No emprego do nome Jesus Cristo os escritores dos livros do Novo Testamento dão o exemplo a ser seguido pelos tradutores de hoje: eles usaram o nome grego popularmente corrente – Iesous – para indicar o hebraico Yeshua”. 

O título Christós, que passou a ser nome, foi traduzido pelos apóstolos do hebraico para o grego. Ver, por exemplo, João 1.41, passagem em que André diz a Pedro: “Achamos o Messias. (Messias quer dizer Cristo)”. É que leitores do Evangelho de João não sabiam o que queria dizer Messias, mas sabiam que Cristo queria dizer ungido. 

O tradutor hoje deve distinguir entre Cristo como nome unido a Jesus e Messias como título de Jesus. Como vimos, isso é claro em João 1.41. E também em Mateus 16.16: 

“O senhor é o Messias, o Filho de D'us.” Mas nem essa maneira de traduzir é suficiente para transmitir ao leitor o sentido mais profundo do original. Então, um dos recursos usados é a colocação de nota marginal onde for o caso. 

Por exemplo, em Mateus 1.21 a Bíblia na Linguagem de Hoje [fora de prelo] tem uma chamada na margem, assim: “Jesus quer dizer ‘O D'us Eterno salva’”. Já no caso de Messias, o recurso usado é outro: o asterisco juntado a essa palavra encaminha o leitor ao Vocabulário, onde se lê: Messias – o Salvador prometido no Antigo Testamento.

Messias (hebraico) é o mesmo que Cristo (grego) e quer dizer “Ungido”. (Ver UNGIR). Nesse último verbete explica-se o que é a unção.

Sugestão bibliográfica

Roger L. Omanson, “What´s in a Name?”, The Bible Translator, Nova Iorque, United Bible Societies, janeiro de 1989, p. 109-119.

Idem, “Lázaro y Simón”, Traducción de la Biblia, Miami, Sociedades Bíblicas Unidas, 1o. Semestre de 1995, p. 13-17."

Portanto, a transladação do nome Yeshua para Iesus em latim e Jesus em português trata-se de uma questão de lingüística e não de uma tradução sob o ponto de vista religioso e muito menos pagão.

Por que nós judeus messiânicos preferimos nos referir ao Mashiach (Messias) usando mais o seu nome original Yeshua ha Mashiach ao invés de Jesus Cristo?

A resposta para isso se deve ao fato do nome Jesus Cristo ter sido manchado pelos "crentes" no Mashiach que usaram esse nome indevidamente, através dos Progons, das Cruzadas e principalmente da Inquisição Católica, a qual perseguiu, torturou e matou inúmeros judeus, pelo simples fato deles ainda não ter reconhecido que Jesus Cristo seja o verdadeiro Messias judeu e o mesmo Yeshua ha Mashiach, o Salvador Ungido. Por isso preferimos usar mais o nome original hebraico do Messias.

E para finalizar achei por bem postar aqui esse lindo vídeo com essa lindíssima canção, que fala sobre o nascimento e vida do nosso Salvador, Yeshua ha Mashiach.



Lehitraot.

פאולו וואלי ✡

Nota sobre minha assinatura:

"Origem judaica dos sobrenomes Valle, Vale.

פאולו - Polos / Paul / Paulo

וואלי - Valle / Valley / Vale

Porque o meu sobrenome Vale deveria ser com duas letras "L", mas por um erro do Cartório só tem uma.

Portanto, abaixo faço referência a um Rabino de renome com esse sobrenome Valle (וואלי):



domingo, 18 de janeiro de 2009

A Reconstrução do Templo e o Retorno dos Sacrifícios



Shalom chaverim!

Alguns teólogos modernos dizem, que assim como os israelitas sacrificavam no מישכן, Mishkan, Tabernáculo e posteriormente no בית המקדש, Beit ha Mikdash, Templo, para simbolizar profeticamente o sacrifício de Yeshua, o sacrifício maior e único, porém eterno, perfeito e suficiente, para resgate do ser humano, o qual se distanciou do Eterno e ficou debaixo de condenação, mas que através do sacrifício de Yeshua esse ser humano é perdoado e resgatado, para voltar a ter intimidade com o Eterno; Assim também importa que o Templo seja reconstruído e volte a prática dos sacrifícios como um memorial, uma lembrança do sacrifício de Yeshua; Assim como os judeus relembram o primeiro Pêssach todas as vezes que celebram essa festa; E também os redimidos em Yeshua dentre yehudim ve goim celebram o Pêssach dando a ele um novo significado, isto é, em memória de Yeshua, o qual instituiu um Novo Testamento ou Nova Aliança (Yrmiah, Jeremias 31:31-33, 1 Coríntios 11:23-26) chamada em hebraico de HaBrit HaChadashá.

Sendo que a maioria daqueles que se dizem crentes em Yeshua dentre os goim infelizmente não celebram o Sêder de Pêssach conforme as Escrituras ensinam, pois eles celebram a chamada Páscoa Cristã, a qual em nada se parece com o Sêder de Pêssach original.

Já a chamada Santa Ceia, pelos católicos e protestantes, ainda que com muitas modificações, parece mais ser derivada da celebração do Shabat pelos goim, gentios do primeiro século que seguiam o judaísmo messiânico, porque ela é feita num espaço de tempo muito curto entre uma e outra celebração e não de ano em ano como o Sêder de Pêssach.

Yeshua na sua última celebração do Sêder de Pêssach instituiu uma Nova Aliança dentro do cerimonial do mesmo, todavia ele não disse que estava pondo termo, dando fim ao ato de se celebrar o Pêssach, mas dando a ele apenas um novo significado, como já foi dito, apesar de Shaul, Paulo dizer que Yeshua é o nosso Pêssach (1 Corintios 5:7). Porque na verdade o Pêssach aponta para Yeshua, o Corban, o Cordeiro de D'us que tira o pecado do mundo. (Yohanan, João 1:29).


Data e hora local em Israel



Esse novo Templo será reconstruído pelos israelitas antes do retorno de Yeshua, porém como eles em sua grande maioria ainda não crêem nele, então sacrificarão os animais nesse novo Templo, porém com a mesma mentalidade que sempre tiveram na antiga aliança, isto é, sem entendimento real daquilo que fazem, pois não conseguem fazer alusão alguma desses sacrifícios ao sacrifício de Yeshua.


E será exatamente nessa época que aparecerá um líder mundial para fazer aliança com Israel, o qual prometerá a paz definitiva entre judeus e palestinos, incluindo é claro, todos os árabes, mas que ao final esse líder tirará a sua máscara e desejará ser adorado no Templo como se fosse o próprio D'us, então os judeus não o obedecerão, pois eles aprenderam a lição sobre a idolatria, o que fará com que esse líder persiga os mesmos, então ele interromperá os sacrifícios no Templo e fará guerra contra os judeus, conforme nos falou o profeta Daniel no seu livro do mesmo nome, no capítulo 9:27. E logo após aqueles dias Yeshua retornará para defender Israel, julgar as nações e estabelecer seu reino de paz e justiça sobre a Terra.(Matitiahu, Mateus 24:15-44; Apocalipse 19:11-21).

Na realidade os sacrifícios que serão feitos no novo Templo após o retorno do Mashiach farão uma alusão retrospectiva ao sacrifício maior feito por ele.

Seria possível para alguém que já tenha identificado o Mashiach Yeshua oferecer sacrifícios no novo Templo?

Respondo a essa pergunta com uma outra:

Por que Shaul, Paulo fez voto de nazireu (Atos 18:18; 21:23-26) já que para isso ele teria que oferecer sacrifícios no Templo?

Ora o voto de nazireu incluía sacrifícios no Templo sim, confiram isso nesse texto bíblico de Bemidbar, Números 6:13-21.

Sacrifícios simbólicos proféticos e em memorial


Creio que Shaul, Paulo fez o voto de nazireu simplesmente para demonstrar aos seus patrícios judeus que ainda não tinham reconhecido Yeshua como seu Mashiach, que o fato de um judeu identificar Yeshua como seu Messias e seguí-lo, isso não impede de maneira nenhuma que esse judeu continue a observar as leis que procedem da Torah, ao contrário disso, pois assim como os sacrifícios eram símbolos do futuro e maior sacrifício, o de Yeshua, assim também quando o בית המקדש, Beit ha Mikdash (Templo) for reconstruído e outra vez se fizer nele sacrifícios, os mesmos simbolizarão esse sacrifício redentor de Yeshua como um memorial ao mesmo.

E assim como o cordeiro de Pêssach simbolizou profeticamente o sacrifício maior de Yeshua durante todas as celebrações dessa festa, no período que antecedeu a esse sacrifício de Yeshua, assim também todas as celebrações do Pêssach realizadas após o sacrifício de Yeshua também continuaram simbolizando retrospectivamente esse sacrifício maior de Yeshua.

Sendo assim, o Templo será reconstruído sim. E segundo o já falecido Wim Malgo, nesse Templo se sacrificará outra vez, mas nessa época (após o retorno do Mashiach) será com entendimento que os israelitas sacrificarão nele, pois todos reconhecerão que o sangue de animais não tem poder para expiar pecado, mas sim o sangue do próprio filho de D'us.

Verdadeiramente a revelação das Escrituras é progressiva e, absolutamente ninguém é dono da verdade em questões teológicas, pois conforme nos disse o judeu Shaul, Paulo, o enviando aos goim, para anunciar as boas novas de salvação em Yeshua: Em parte sabemos e em parte profetizamos... Há mais ou menos cem anos, muitos mistérios das Escrituras permaneciam ocultos aos crentes, mas hoje, muitos homens de D'us conseguem compreendê-los perfeitamente.

O Eterno mandou que Daniel escrevesse sobre o futuro, e quando Daniel desejou saber mais sobre o que recebeu do Eterno, então foi lhe dito que as palavras da profecia estavam seladas até ao tempo do fim.

Mas para Yochanan, João, o escritor do Apocalipse, foi lhe dito que não selasse as palavras da profecia do livro, pois próximo estava o tempo de cumprí-las. Os patriarcas não tinham um lugar determinado para adorar a D'us. É certo que hoje para se adorar a D'us não exista também um lugar determinado por Ele, conforme o próprio Yeshua disse para a mulher samaritana:

"Disse-lhe Yeshua: Mulher, crê-me, a hora vem, em que nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai. Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos; porque a salvação vem dos judeus. Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. D'us é Espírito, e é necessário que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade." (João 4:21-24).

O ofício sacerdotal de Levi e o de Melquisedeque.

E é evidente que o sacerdócio levita ministrava apenas para Israel. Por isso mesmo Yeshua não pertencia a tribo de Levi, mas sim a de Judá, tribo essa que a Torah nunca falou sobre sacerdócio, pois D'us já tinha planos de que o Messias seria Sumo Sacerdote segundo a Ordem Sacerdotal Eterna de Melquisedeque (Tehilim, Salmos 110:4) e não da Ordem Temporal ou Transitória Levita. Porque essa Ordem Sacerdotal Levita é uma figura da Ordem Sacerdotal Eterna de Melquisedeque, cujo exercício é numa dimensão metafísica na Nova Jerusalém e não na Jerusalém terrestre.

Porém as Escrituras ensinam que quando Yeshua estiver reinando sobre a terra, no milênio, então todas as nações terão que enviar representantes à Jerusalém, para celebrarem a festa de Sucot, Tabernáculos, uma festa que foi criada por D'us e que faz parte da lei que consta na Torah. Sendo que para isso será necessário oferecer sacrifícios no Templo. (Vayicrá, Levítico 23:34-37; Zacarias 14:16-21).

Vejam esse vídeo e ouçam esse cântico de lamento sobre o reino de David e a glória da habitação de D'us, o Templo.


Acredito que quando Yeshua estiver reinando durante o milênio em Jerusalém e sobre todas as nações, então as promessas que D'us fez a Israel que ainda não se cumpriram serão por fim cumpridas, entre as quais estas três:

1) A promessa de D'us de dar a terra de Canaã como herança aos descendentes de Abraão. (Bereshit, Gênesis 12:1,7; 13:14,15,17; 15:18).

2) A promessa de D'us de estabelecer Israel como CABEÇA DAS NAÇÕES. (Devarim, Deuteronômio 28:13; Yeshayahu, Isaías capítulo 62).

3) E a promessa de D'us de fazer de Israel UM REINO DE SACERDOTES. (Shemot, Êxodo 19:5,6).

Essa promessa que D'us fez aos israelitas de torná-los num reino de sacerdotes nos dá a entender que não apenas os descendentes de Levi voltarão a exercer o sacerdócio no Templo durante o reino milenar de Yeshua, mas também que todo povo de Israel será considerado um reino sacerdotal para todas as nações. E por isso mesmo se dirá de um judeu naquela época:

"Assim diz o Senhor dos exércitos: Naquele dia sucederá que dez homens, de nações de todas as línguas, pegarão na orla das vestes de um judeu, dizendo: Iremos convosco, porque temos ouvido que D'us está convosco." (Zacarias 8:23).

Enquanto isso, aqueles que foram comprados da terra (Apocalipse 5:9,10; 21:2,3,23-26) dentre judeus e gentios estarão na Nova Jerusalém com um corpo incorruptível exercendo o ofício sacerdotal segundo a Ordem Sacerdotal Eterna de Melquisedeque.

Todavia, após o milênio, quando serão feitos novos céus e nova terra, a Nova Jerusalém, a cidade palaciana, a morada da corte real descerá do céu (Apocalipse 21:1-3) para ser o SANTO DOS SANTOS, o lugar mais sagrado do Templo, cujos sacerdotes serão todos da Ordem Sacerdotal Eterna de Melquisedeque. E onde ser humano nenhum que esteja ainda nesse corpo carnal jamais entrará. Talvez a Nova Jerusalém fique dentro dos limites do território de Israel nessa nova terra.

Na realidade o que desejo dizer com isso é que o futuro pertence ao Eterno, e Ele a quem quer o revela, e a nós, convem que estudemos sim a Palavra do Eterno, mas sempre sabendo discernir o tempo e o modo e nunca sermos absolutos no que falamos, mas declararmos sim o nosso ponto de vista, sem contudo menosprezar o dos outros. E digo-lhes ainda, que não estou faltando com o respeito ao ponto de vista de ninguém sobre esse assunto, mas com esse artigo estou apenas contribuindo, para que todos analisem esse tema futurista dentro de uma outra perspectiva.

Acessem aqui para saberem mais sobre a reconstrução do Templo.

Por tudo isso cantemos então essa lindíssima canção de Tehilim, Salmos 137:1-6.

אִם-אֶשְׁכָּחֵךְ יְרוּשָׁלִָם - Im eshkachekh Yerushalaim - Se eu me esquecer de ti Jerusalém...

תהילים פרק קלז

א עַל נַהֲרוֹת, בָּבֶל--שָׁם יָשַׁבְנוּ, גַּם-בָּכִינוּ: בְּזָכְרֵנוּ, אֶת-צִיּוֹן.
ב עַל-עֲרָבִים בְּתוֹכָהּ-- תָּלִינוּ, כִּנֹּרוֹתֵינוּ.
ג כִּי שָׁם שְׁאֵלוּנוּ שׁוֹבֵינוּ, דִּבְרֵי-שִׁיר-- וְתוֹלָלֵינוּ שִׂמְחָה:
שִׁירוּ לָנוּ, מִשִּׁיר צִיּוֹן.
ד אֵיךְ--נָשִׁיר אֶת-שִׁיר-יְהוָה: עַל, אַדְמַת נֵכָר.
ה אִם-אֶשְׁכָּחֵךְ יְרוּשָׁלִָם-- תִּשְׁכַּח יְמִינִי.
ו תִּדְבַּק-לְשׁוֹנִי, לְחִכִּי-- אִם-לֹא אֶזְכְּרֵכִי:
אִם-לֹא אַעֲלֶה, אֶת-יְרוּשָׁלִַם-- עַל, רֹאשׁ שִׂמְחָתִי.

»SALMOS [137]

1 Junto aos rios de Babilônia, ali nos assentamos e nos pusemos a chorar, recordando-nos de Sião.
2 Nos salgueiros que há no meio dela penduramos as nossas harpas,
3 pois ali aqueles que nos levaram cativos nos pediam canções; e os que nos atormentavam, que os alegrássemos, dizendo: Cantai-nos um dos cânticos de Sião.
4 Mas como entoaremos o cântico de HaShem, D'us em terra estrangeira?
5 Se eu me esquecer de ti, ó Jerusalém, esqueça-se a minha destra da sua destreza.
6 Apegue-se-me a língua ao céu da boca, se não me lembrar de ti, se eu não preferir Jerusalém à minha maior alegria.


Lehitraot.

פאולו וואלי ✡

Nota sobre minha assinatura:

"Origem judaica dos sobrenomes Valle, Vale.

פאולו - Polos / Paul / Paulo

וואלי - Valle / Valley / Vale

Porque o meu sobrenome Vale deveria ser com duas letras "L", mas por um erro do Cartório só tem uma.

Portanto, abaixo faço referência a um Rabino de renome com esse sobrenome Valle (וואלי):







quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

O Conflito Entre Israel e Palestinos e o Mundo Espiritual


Data e hora local em Israel



Shalom chaverim!

Vejam esse interessante artigo do BLOG Reinaldo Azevedo, da Revista VEJA:

Reféns morais e intelectuais do terrorismo.

"É o fim da picada me perguntarem se justifico ataques que matam crianças. E a pergunta nem sempre parte das tropas de Emir Sader, aquele que publica comentários defendendo a expropriação de bens de judeus residentes no Brasil e que sugerem que eles são o mal essencial e ancestral do mundo. 

Há até indagações de quem, na intenção ao menos, está de boa fé. O fato é que vivemos sob o signo do terror. Já escrevi neste blog que o terrorismo é, na política, o que é o demônio nas religiões: manifestação do mal absoluto, “porque turva nossa capacidade de discernimento, nossa razão”. Não! Eu não justifico o injustificável. Prefiro indagar o que fazem crianças em áreas e prédios sujeitos a ataques porque tomados pelos terroristas.”

“Publiquei, nesta madrugada, um post que mostra uma escola da ONU servindo de base para o lançamento de morteiros. O filme está aqui. Foi feito há algum tempo — não é de ontem, dia dos bombardeios. O que se tem ali é a prática corriqueira do Hamas: usar escolas e prédios públicos como base de ataque. Isso é um fato, não uma questão de gosto ou de juízo de valor. 

Escrevi anteontem que a carne das crianças palestinas é a mais barata do Oriente Médio. E quem a expõe no mercado do terror é o Hamas. Porque o terrorismo seqüestra o entendimento, os jornalistas são levados a perguntar, como fizeram, a Shimon Peres, presidente de Israel, por que não há crianças mortas em Israel. Sua resposta não poderia ser mais clara e correta: “Porque nós protegemos nossas crianças”. Fato! Mas certamente o óbvio será tomado como manifestação de frieza e cinismo.”

O mundo físico é um reflexo do mundo espiritual.

Foi com muita base que Reinaldo Azevedo fez essa citação:

Já escrevi neste blog que o terrorismo é, na política, o que é o demônio nas religiões: manifestação do mal absoluto, “porque turva nossa capacidade de discernimento, nossa razão”.

Porque na realidade o que acontece no mundo físico é um reflexo do que acontece no mundo espiritual. E a base bíblica para isso consta nesse texto do תנ"ך, Tanakh no livro do profeta Daniel:


»DANIEL [10]
1 "No ano terceiro de Ciro, rei da Pérsia, foi revelada uma palavra a Daniel, cujo nome se chama Beltessazar, uma palavra verdadeira concernente a um grande conflito (uma grande guerra); e ele entendeu esta palavra, e teve entendimento da visão.

2 Naqueles dias eu, Daniel, estava pranteando por três semanas inteiras.

3 Nenhuma coisa desejável comi, nem carne nem vinho entraram na minha boca, nem me ungi com ungüento, até que se cumpriram as três semanas completas...

10 E eis que uma mão me tocou, e fez com que me levantasse, tremendo, sobre os meus joelhos e sobre as palmas das minhas mãos.

11 E me disse: Daniel, homem muito amado, entende as palavras que te vou dizer, e levanta-te sobre os teus pés; pois agora te sou enviado. Ao falar ele comigo esta palavra, pus-me em pé tremendo.

12 Então me disse: Não temas, Daniel; porque desde o primeiro dia em que aplicaste o teu coração a compreender e a humilhar-te perante o teu D'us, são ouvidas as tuas palavras, e por causa das tuas palavras eu vim.

13 Mas o príncipe do reino da Pérsia me resistiu por vinte e um dias; e eis que Miguel, um dos primeiros príncipes, veio para ajudar-me, e eu o deixei ali com os reis da Pérsia.

14 Agora vim, para fazer-te entender o que há de suceder ao teu povo nos derradeiros dias; pois a visão se refere a dias ainda distantes."

O interessante de tudo é que a mensagem que D'us dera ao anjo para falar ao profeta levou 21 (vinte e um) dias ou três semanas completas para ser por fim revelada a Daniel, porque o anjo teve que lutar durante todos aqueles dias contra o Príncipe da Pérsia, em outras palavras, contra as forças das trevas lideradas pelo tal Príncipe, anjo caído e responsável pelo Império Persa, até que por fim o anjo de D’us foi ajudado pelo arcanjo, chefe de anjos Michael (Miguel).

Mas o que na verdade eu pretendo dizer com isso é que esse grande conflito ou essa grande guerra que D'us revelou ao profeta Daniel no primeiro versículo desse texto acima mencionado, é que existe sim UMA GRANDE GUERRA no mundo espiritual das forças do mal, compostas por HaSatan e seus anjos caídos contra as forças da luz, compostas pelo Mashiach e os anjos de D'us.

E voltando ao conflito dos palestinos contra Israel, digo que na realidade essa luta é mais espiritual do que física. E que na verdade ela é uma continuação do mesmo GRANDE CONFLITO que sempre existiu entre os que servem ao verdadeiro D'us e os que não o servem, seja isso na dimensão metafísica, isto é, nas regiões celestiais, onde anjos do bem e do mal, bem como homens do bem e do mal lutam entre si nesse duelo da luz contra as trevas no mundo espiritual. 

E também na dimensão física, onde os homens se confrontam em duelo de vida ou morte por diversos interesses próprios, mas que no fundo tudo isso tem a ver com essas forças espirituais do mal que influenciam ou que instigam os mesmos a isso.

E como D'us tem promessas de bênçãos para os descendentes de Yaacov, o qual teve seu nome mudado para Israel pelo próprio HaShem, então tanto os israelitas, bem como os israelenses, ou seja, aqueles que mesmo não sendo descendentes de Israel, mas que estão incluídos nesse povo por nascerem no país ou por adquirirem cidadania israelense de alguma outra forma estão sujeitos a esses ataques das forças do mal, sejam elas compostas pelos anjos caídos ou pelos homens que não servem ao verdadeiro e único D'us, HaShem.

Infelizmente a maioria das nações não vê isso, ou finge que não vê, por causa do sentimento antissemita que tem... Mas o Eterno dará a cada um o justo castigo, por todas as injustiças praticadas para com o seu povo Israel e também para cada indivíduo que faz isso com o seu próximo... Porque assim como foi com todos os inimigos de Israel no passado, assim também será com todas as gerações dos ímpios, quer seja a nível global ou individual...

Como pode a mídia internacional se omitir sobre isso e ao mesmo tempo se mostrar contra os direitos de Israel se defender dessa praga peçonhenta que é o terrorismo imposto pelo Hamas e por todos os outros grupos terroristas?

Mas isso só prova mais uma vez que as Escrituras não falham, pois elas dizem que todas as nações do mundo se voltariam contra Israel nos últimos tempos, confiram isso nesse texto abaixo:

"Naquele dia farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem, serão gravemente feridos. E ajuntar-se-ão contra ela todas as nações da terra." (Zacarias 12:3).

Todavia, algum dia o Rabino dos rabinos, o Rei dos reis e o Senhor dos senhores Yeshua ha Mashiach Melech ha yehudim voltará para estabelecer o reino e o juízo de D'us sobre as nações. E por fim trazer שלום, shalom, paz para Israel e também para o mundo.

Publicação by ‎רשת‎.

זכריה פרק ב: י, יא

רני ושמחי בת־ציון כי הנני־בא ושכנתי בתוכך נאם־יהוה׃

ונלוו גוים רבים אל־יהוה ביום ההוא והיו לי לעם ושכנתי בתוכך וידעת כי־יהוה צבאות שלחני אליך׃ 

"Exulta, e alegra-te, ó filha de Sião; pois eis que venho, e habitarei no meio de ti, diz o Senhor. E naquele dia muitas nações se ajuntarão ao Senhor, e serão o meu povo; e habitarei no meio de ti, e saberás que o Senhor dos exércitos me enviou a ti." (Zacarias 2:10,11).

▪️ As 5 vezes em que Israel aceitou dar seu território à Palestina em troca de paz: 1936, 1947, 1967, 2000 e 2008. Em todas estas oportunidades os palestinos disseram não e por vezes seguiu-se uma onda de violência. 

 ▪️ Só haverá paz quando Hamás e terroristas pararem de ensinar suas crianças a odiar Israel e quando todos os palestinos reconhecerem que deve haver um Estado judeu, que israelense também é ser humano.




Eis aqui uma excelente aula sobre 5 mitos do conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamás. 

Se todos os inimigos de Israel baixassem as armas, então haveria paz, mas se Israel baixar as armas, então será o seu fim.


Porém, foi obrigado pelo Hamás a lutar para se defender!

Mediante tudo isso exposto oremos ainda mais pela paz de Yerushalaim e pelo retorno do Mashiach, o qual foi estabelecido por HaShem como o שר־שלום, Sar Shalom, o Príncipe da Paz (Yeshayah, Isaías 9:6). Pois somente assim haverá verdadeiro, perfeito e completo שלום, paz para o povo de Yaacov, Israel e também para o mundo.

🤔🙄🥺🇮🇱🙌🙏😇

Lehitraot.

פאולו וואלי ✡

Nota sobre minha assinatura:

"Origem judaica dos sobrenomes Valle, Vale.

פאולו - Polos / Paul / Paulo

וואלי - Valle / Valley / Vale

Porque o meu sobrenome Vale deveria ser com duas letras "L", mas por um erro do Cartório só tem uma.

Portanto, abaixo faço referência a um Rabino de renome com esse sobrenome Valle (וואלי):