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quarta-feira, 31 de março de 2010

E Tu, Beit Lechem Efratah - Uma Profecia Sobre o Nascimento do Mashiach



Shalom chaverim!

Eis aí um texto de difícil interpretação e também muito polêmico do תנ"ך, Tanakh, mas para aqueles que têm a iluminação do רוּחַ אֱלֹהִים, Ruach Elohim, Espírito de D'us o mesmo se torna também muito claro e fácil de se entender, vamos investigar o texto:

וְאַתָּה בֵּית-לֶחֶם אֶפְרָתָה, צָעִיר לִהְיוֹת בְּאַלְפֵי יְהוּדָה--מִמְּךָ לִי יֵצֵא, לִהְיוֹת מוֹשֵׁל בְּיִשְׂרָאֵל; וּמוֹצָאֹתָיו מִקֶּדֶם, מִימֵי עוֹלָם

"Vê atah Beit Lechem Efratah, tsair lihyiot be-alfei Yehudah mimchá li yetse lihyiot moshel b’ Israel. Umotsaotav mi-qedem miyemei olam."
(מיכה פרק ה:א, Mikhah 5:1, Miquéias 5:2).

"E tu, Beit-Lechem (Belém - casa do pão) Efratah (frutífera ou fértil), embora sejas pequeno entre os Clãs de Judah, de ti sairá para mim aquele que será líder em Israel. E suas origens são desde o princípio, desde os dias da eternidade."
(Miquéias 5:2).

Uma tese defendida por um judeu tradicional.

E tu (homem), Beit Lechem Efratah, pequeno para estar entre os milhares de Judá, de ti (tua descendência) me sairá o que está para ser governador em Israel. E suas origens são desde a antiguidade, desde os dias antigos.

Há dois problemas nesse texto, o primeiro é que as cidades do hebraico são sempre tratadas no feminino (V'At) e o texto é todo no masculino (V'Atah), portanto uma simples leitura basta para perceber que este texto fala de um homem chamado Bet-Lehem e não da cidade de Belém, outro problema é o termo erroneamente traduzido como "dias da eternidade" onde é bem sabido que a verdadeira tradução é "dias antigos", poderia até ser uma falha de tradução, mas como acontece em outros textos percebe-se que é uma grosseira adulteração pois a expressão "yemei olam" é traduzida como "dias antigos" em outras partes da mesma Bíblia, confiram:

עָרְבָה, לַיהוָה, מִנְחַת יְהוּדָה, וִירוּשָׁלִָם--כִּימֵי עוֹלָם, וּכְשָׁנִים קַדְמֹנִיֹּת.

Vê-orvah l’HaShem minchat Yehudah, Viyrushaláim kiyemei olam ukheshanim qadmoniot

E será agradável ao S-nhor a oferta de Judá e de Jerusalém, como nos dias antigos, e como nos primeiros anos.

Naturalmente Jerusalém e Judá não existiram desde os “dias da eternidade”!! Assim a tradução segue a lógica!

Assim, as origens [linhagem, procedência] daquele que viria a ser um governador em Israel e que descendia de um homem chamado Beit Lechem Efrata (1 Crônicas 2:50-51 e 4:4, ) [Belém] do clã efrateu [Efrata] vinha dos “dias antigos”, pois o mesmo Beit Lechem era ancestral e tronco de toda a linhagem davídica.


Data e hora local em Israel



Interpretação judaica messiânica supondo que essa profecia também se refira a um homem, conforme essa tese acima defendida por esse judeu tradicional.

Consideremos então que o profeta se referia a um homem e também a um lugar, conforme segue abaixo:

Então vamos supor que o Mashiach procederia não apenas do homem chamado Beit Lechem Efratah, mas também da cidade chamada Beit-Lechem. E que o pronome pessoal אַתָּה, Atah (segunda pessoa do singular masculino) tenha sido usado para referir-se ao homem, mas também para referir-se a Beit-Lechem, Casa do Pão (beit - substantivo singular masculino) que nesse caso é Belém, lugar ou local onde nasceria o Mashiach da linhagem davídica.

E os dias antigos ou as origens do homem chamado Beit Lechem Efratah falariam também dos dias antigos (eternidade), da procedência do Mashiach, porque Yeshua antes de ser gerado fisicamente no ventre de sua mãe מִרְיָם, Miriam, ele foi gerado metafisicamente pelo Eterno numa determinada era da eternidade. (Mishlei, Provérbios 30:4 – Yochanan, João 1:1-3,10,14,18; 17:1-8).

Portanto, ainda que essa profecia falasse do advento de alguém que surgiria da descendência do suposto homem chamado Beit Lechem Efratah, para governar Israel durante um certo período, ela também falaria principalmente do advento maior, o do nascimento do Mashiach, o qual ocorreria no מקום, macom, lugar ou local, em Beit-Lechem, conforme foi demonstrado acima.

Interpretação judaica messiânica refutando essa tese defendida por esse judeu tradicional de que essa profecia se refira a um homem e não a cidade de Belém.

Tradução do texto do Tanakh de Miquéias 5:1 ou 5:2 em outras Bíblias:

"E tu, Beit-Lechem (casa do pão) Efratah (frutífera ou fértil), embora sejas pequeno entre os Clãs de Judah, de ti sairá para mim aquele que será líder em Israel. E suas origens são desde o princípio, desde os dias da eternidade."
(Miquéias 5:2).

Nota:

Em hebraico todas as letras são iguais, isto é, não há dois tipos de letras - maiúsculas e minúsculas, como em nosso idioma. Por isso mesmo o termo "beit-lechem efratah" não dá margem nenhuma para se interpretar como sendo o nome próprio de um homem, mas ao ser traduzido para o português obviamente se usou letras maiúsculas por se tratar do nome próprio da cidade de Belém.

O profeta Miquéias estava se referindo mesmo a בֵּית-לֶחֶם, Beit-Lechem, Casa do Pão, a cidade de Belém, local ou lugar onde o Mashiach nasceria, porque בֵּית, BEIT (casa) em hebraico é um substantivo singular masculino. E por isso mesmo foi usado o pronome pessoal אַתָּה, Atah (segunda pessoa do singular masculino) para referir-se a Belém, Casa de Pão, ao מקום, "MACOM" (substantivo singular masculino), LUGAR ou LOCAL, o qual está nas entrelinhas a nível de סוד, Sod, segredo ou mistério descrito na קבלה, Kabalah, que nesse caso é Beit-Lechem, lugar ou local onde nasceria o Mashiach da linhagem davídica.

Exemplo bíblico de uma cidade sendo mencionada pelo substantivo masculino מָּקוֹם, macom:


בראשית פרק כח:יט

"E chamou aquele lugar (מָּקוֹם - macom) Betel; porém o nome da cidade antes era Luz."

(Gênesis 28:19).

Nota:

"Sod - É o nível mais profundo de compreensão da Torah, e consiste de buscar os segredos mais profundos por trás dos textos bíblicos. É a kabalah propriamente dita, ou seja, a revelação mística da Bíblia, verdades que mudam vidas de forma sobrenatural. Também pode ser usado na guematria, que consiste de utilizar os valores numéricos das letras hebraicas (pois antigamente as letras hebraicas serviam de números também)."

Eis aí o texto de Micah, Miquéias 5:1 na Septuaginta:


"E tu Belém, casa de Efratah embora sejas pequeno entre os clãs de Judah, de ti sairá para mim aquele que será líder em Israel. E suas origens são desde o princípio, desde os dias da eternidade."

É interessante notar que os 72 (setenta e dois) cohanim, sacerdotes tradutores do Tanakh para o grego usaram nesse texto a expressão "καὶ σύ *βηθλεεμ οἶκος τοῦ Eφραθα" [e tu, Belém Casa de Efratah], ou seja, eles traduziram o texto hebraico como sendo o nome da cidade e não como o nome de um homem. Além disso o termo [οἶκος - casa] é um substantivo singular masculino em grego. E mais interessante ainda é o fato de que a tradução da Septuaginta termiou antes do nascimento de Yeshua.

"The King Messiah... from Where does he come forth? From the royal city of Bethlehem in Judah." [Jerusalem Talmud, Berakoth 5a]

Tradução:

"O Rei Messias... de onde ele vem? Da cidade real de Belém em Judá."

Além disso há quem diga que a tese sobre a referência a uma pessoa e não a cidade, no texto de מיכה פרק ה:א, Mikhah 5:1, Miquéias 5:2 foi disseminada na Internet por um professor universitário norteamericano chamado Dr. Vilson, que se apresenta como expastor de uma igreja cristã.

E o Mashiach é desde a eternidade sim, porque Yeshua antes de ser gerado fisicamente no ventre de sua mãe מִרְיָם, Miriam, ele foi gerado metafisicamente pelo Eterno numa determinada era da eternidade. (Mishlei, Provérbios 30:4 – Yochanan, João 1:1-3,10,14,18; 17:1-8).

“E tu Belém Efrata – Pois David saiu como lemos (I Samuel 17:58): ‘seu servo Jessé de Belém.’ E Belém é chamada Efrata, como é dito (Gênesis 48:7): ‘no caminho de Efrata, que é Belém.’ E ‘Tu Belém Efrata és a menor no clã de Judá’ – Isto é dito por causa do estigma de Rute, a Moabita (conversa). ‘E de ti sairá o que governará (Rei Messias) Israel, cujas saídas são desde os tempos antigos, desde a Eternidade. – O Messias Filho de David. Como é dito: (Salmos 118:22): ‘a pedra que os construtores rejeitaram se tornou a pedra fundamental’. E sua origem é muito antiga - como é dito: ‘antes do sol existir seu nome é יִנּוֹן, Yinon’ (Salmos 72:17).”

E finalizando esse tópico vejamos esse maravilhoso vídeo e ouçamos também essa lindíssima canção:

Miami Boys Choir - Oifen Pripitshik


השיר המרגש "אויפן פריפעטשיק" מושר בבית הכנסת במסגרת טקם קבלת ספר תורה של תלמידי בית חינוך בר-לב בפתח תקוה.

A balada que atrai "Oifen Pripitshik" cantado em casa, dentro do quadro técnico deles, na recepção do livro da Torah dos estudantes da casa de educação filho de coração em larga esperança.

Chag Pêssach Sameach ve lehitraot.

פאולו וואלי ✡


Nota sobre minha assinatura:

"Origem judaica dos sobrenomes Valle, Vale.

פאולו - Polos / Paul / Paulo

וואלי - Valle / Valley / Vale

Porque o meu sobrenome Vale deveria ser com duas letras "L", mas por um erro do Cartório só tem uma.

Portanto, abaixo faço referência a um Rabino de renome com esse sobrenome Valle (וואלי):



domingo, 27 de setembro de 2009

Judeus Usam Galinhas Para Expiar Pecados Antes de Yom Kippur



Judeu ortodoxo segura uma galinha durante as celebrações do יום כיפור, Yom Kipur, Dia do Perdão, na cidade de Ashdod, Israel.


Data e hora local em Israel



Shalom chaverim, paz amigos!

Eis aqui uma notícia sobre o Yom Kipur comemorado pelos judeus ortodoxos nesse ano de 5770, quando eles providenciavam as כפרות, kaparot, expiações pelos seus pecados:

"Esta é minha mudança, este é meu substituto, esta é minha expiação", murmuram os fiéis judeus enquanto dão três voltas por cima de suas cabeças com um animal que, minutos depois, é morto como forma de expiar os pecados. No ritual das Kaparot, uma expiação simbólica dos pecados, milhares de galos e galinhas são degolados em Israel para lembrar os judeus que, a qualquer momento, Deus pode tirar a vida como forma de compensação por seus pecados.

As mulheres usam galinhas; os homens, galos; e as grávidas, um exemplar de cada um. As Kaparot são vividas nos dias anteriores ao Yom Kippur, a data mais solene do judaísmo, destinada ao arrependimento e ao pedido de perdão.

"Neste momento do ano, que é nosso Ano Novo Judaico (Rosh Hashana), uma das coisas que fazemos é começar uma vida nova e refletir sobre o que fizemos no passado", explica o judeu de origem americana Menachen Persoff antes de fazer suas Kaparot.

"Pegamos uma galinha e dizemos: ''Em vez de que eu seja castigado e destruído neste mundo, deixe que seja esta galinha''. E então temos que pensar que, quando essa galinha morre, poderíamos ter morrido em seu lugar", acrescenta.

Para Persoff, as Kaparot são uma oportunidade para "ser uma pessoa melhor, pensar nas coisas que fizemos de errado e fazer as coisas de um jeito melhor no futuro".

Depois que a ave escolhida - que deve ser branca, para simbolizar a purificação do pecado - é girada sobre a cabeça, o animal é degolado com um rápido e certeiro movimento com uma faca afiada cuja lâmina não pode ter a menor fenda, seguindo os preceitos judeus do "kashrut".

Os penitentes costumam doar as aves mortas para a caridade se têm uma boa situação econômica. Caso contrário, as levam para comer em casa.

Alguns criticam os que comem ou doam as aves aos pobres ao entender que os pecados de quem toma parte no ritual foram transferidos ao animal e, portanto, este não deve ser comido.

Após o ritual, as vísceras das aves devem ser colocadas em algum lugar onde possam servir de alimento a outros pássaros, a fim de demonstrar piedade em relação a todas as coisas vivas.

"Nas Kaparot, rezamos para ser perdoados. Nos mostramos envergonhados diante de Deus e lembramos que ele pode nos tirar a vida, mas nos dá a oportunidade de pedir perdão", aponta a judia ultraortodoxa Devorah Leah.

Para ela, esta tradição ajuda a "pensar com mais profundidade" sobre si mesmo e seus atos. Na antiguidade, as Kaparot eram feitas com cabras, o que deu origem à expressão "bode expiatório".

Hoje em dia, mamíferos não são usados, mas se não é possível ou não se quer usar galinhas ou galos, estes podem ser substituídos por qualquer outra ave, exceto pombos - para não lembrar os ritos de sacrifício no templo -, ou mesmo por um peixe.

Também são muitas as famílias que fazem as Kaparot com dinheiro que depois é doado aos pobres. O fato de os rabinos permitirem que o rito seja celebrado sem necessidade de matar animais é o principal argumento das organizações defensoras dos animais contra esta prática, que consideram como cruel e abusiva.

"Muitos religiosos argumentam que não há motivo para fazê-lo com dinheiro quando se pode matar uma galinha, porque estas não sofrem.

Mas isso não está certo. Todo mundo sabe que os animais têm sentimentos e querem viver, igual a nós", diz Gene Peretz, uma jovem estudante vegetariana que se manifesta em Jerusalém contra o uso de animais vivos nas Kaparot.

Frente a esta postura, os seguidores da tradição, como Leah, argumentam que "os animais estão na terra para ser utilizados pelos seres humanos, sempre que seja de modo correto", e que comer "os animais que Deus nos deu é uma forma de fazer com que o mundo seja mais espiritual".

Fonte: Site Terra.


E nesse vídeo abaixo podemos ver alguns judeus ortodoxos em Jerusalém durante o יום כיפור, Yom Kipur, Dia do Perdão praticando também a כפרה, kaparah, expiação dos seus pecados, segundo eles:


Vejam como os judeus ortodoxos estão completamente equivocados em sacrificar às vesperas do Yom Kipur, Dia do Perdão já que a Torah e o Tanakh declaram explicitamente que só no מקום, makom, lugar, Jerusalém e no בית המקדש, Beit ha Mikdash, Templo se pode sacrificar. (Dt 12:5,6,11,13,14,18,26,27; 14:24-26; 16:2; 31:11; Js 8:1; 1 Rs 8:29,30; 9:3; 2 Cr 7:12-16). E uma vez que o Templo ainda não foi reconstruído, então isso é caracterizado como uma desobediência a Torah.

E vejam também esse interessante artigo:

"O Talmud afirma:

"Não há יום כיפור, Yom Kipur sem sangue." (Yomá 5a)

Toda a Torá aponta para essa forma de resgate: o resgate dos primogênitos, ocorrido em Pesach, em que o sangue de um cordeiro perfeito era passado nas portas, impedindo a morte dos primeiros filhos hebreus. As constantes ofertas pelo pecado, que envolviam derramamento de sangue de diversos animais. A expiação máxima da culpa, ocorrida em יום כיפור, Yom Kipur, em que um bode era degolado e seu sangue aspergido sobre o povo, liberando-o de toda culpa e outro enviado ao deserto, para morrer.

O Talmud nos conta que:

"Durante os quarenta anos antes da destruição do Segundo Templo, a sorte* escrita ‘Para o Senhor’ não vinha mais na mão direita do Cohen Gadol (Sumo Sacedote), nem o fio vermelho** ficava branco, nem a lâmpada ocidental da Menorá do Templo permanecia acesa e as portas do Santuário abriam por si só" (Yomá 39b).

*A sorte para o Senhor é uma referência ao texto de Lv 16.6-9. Ao bode que seria para expiação do povo. Havia um sorteio e por um sinal de D'us saía 'Goral LaHaShem', mas neste período isto não acontecia mais. Sinal que D'us não estava mais recebendo as ofertas pelo pecado, pois o Mashiach Yeshua se ofereceu como perfeito sacrifício pelo pecado. Exatamente neste período de 40 anos antes da destruição do Templo, aproximadamente no ano 30 d.e.c. ** O fio vermelho era o fio de escarlate que perdia sua cor (ficando branco) como sinal de aceitação de D'us à oferta de Israel. Este fenômeno também não acontecia mais."

Fonte:


Referências:




Tradução em português pelo site Google: Capítulo 13: A Necessidade de um Novo Testamento

Conclusão:

A explicação que se pode dar sobre as portas do Beit ha Mikdash, Templo se abrirem por si só, conforme descreve o texto de Yomá 39b refere-se ao fato do sacrifício do Mashiach ter sido aceito pelo Eterno nosso D'us, porque no exato momento em que ele morreu o véu do Templo foi rasgado de alto a baixo, dando acesso aos pecadores até a presença do Eterno, pela expiação de seus pecados, através do sangue do Cordeiro de D'us que tira o pecado do mundo. (Isaías 53:7).

Yeshua foi crucificado às 09:00h do dia 14 de Nissan, numa quarta-feira do ano 30 (d.e.c.) e permaneceu na cruz algum tempo após às 15:00h do calendário civil (hora nona do calendário religioso), hora essa, em que também veio a falecer. (Mc. 15:25, 34, 37). E essa data confere com o texto do Talmud declarando que durante um período de 40 (quarenta) anos antes do Templo ser destruído aconteceram essas coisas que relata o texto de "Yomá 39b", acima mencionado.

Portanto, o nosso substituto é Yeshua, pois foi ele quem se ofereceu como um cordeiro sem defeito e sem mancha em sacrifício único, porém suficiente e eterno ao nosso D'us, pelos nossos pecados, pois o sangue dos animais (Hb 10:4; Sl 40:6,7) que eram oferecidos no מישכן, Mishkan, Tabernáculo ou no בית המקדש, Beit ha Mikdash, Templo era apenas um símbolo do sangue do Mashiach. Porque só o seu sangue (Ef 1:7; Hb 9:12; Ap 1:5; 5:9) pode fazer a כפרה, kaparah, expiação pelos nossos pecados. Saibam mais sobre esse sacrifício de Yeshua no link abaixo:


Nota:


The sacred Name for G'd was spoken only 10 times once per year (during Yom Kippur) by the Kohen Gadol. When the people heard the Name, they prostrated themselves in deep reverence (Yomá 39b).

E finalizando esse tópico convido a todos para ver esse vídeo e ouvir essa lindíssima música, em atitude de oração especial do יום כיפור, Yom Kipur, Dia do Perdão:

Yaakov Shwekey e Mordechai Shapiro - Rahem - Misericórdia


Lehitraot.

פאולו וואלי ✡


Nota sobre minha assinatura:

"Origem judaica dos sobrenomes Valle, Vale.

פאולו - Polos / Paul / Paulo

וואלי - Valle / Valley / Vale

Porque o meu sobrenome Vale deveria ser com duas letras "L", mas por um erro do Cartório só tem uma.

Portanto, abaixo faço referência a um Rabino de renome com esse sobrenome Valle (וואלי):